<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Insuficiência Cardíaca &#8211; CDD &#8211; Crônicos do Dia a Dia</title>
	<atom:link href="https://cdd.puntocomm.com.br/patologias/insuficiencia-cardiaca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cdd.puntocomm.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Mar 2023 21:00:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://cdd.puntocomm.com.br/wp-content/uploads/2023/01/favicon.svg</url>
	<title>Insuficiência Cardíaca &#8211; CDD &#8211; Crônicos do Dia a Dia</title>
	<link>https://cdd.puntocomm.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Quais cuidados pessoas com asma grave e Insuficiência Cardíaca devem tomar diante da Covid-19?</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/quais-cuidados-pessoas-com-asma-grave-e-insuficiencia-cardiaca-devem-tomar-diante-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2023 20:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1449</guid>

					<description><![CDATA[Asma e insuficiência cardíaca são consideradas de alto risco para quem contrair a covid-19]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Na reportagem, você ficará sabendo que:</em></strong><br><strong><em>– A Asma é uma das doenças crônicas consideradas de alto risco diante da covid-19;</em></strong><br><strong><em>– Sintomas respiratórios como chiado no peito e falta de ar são comuns no coronavírus e Asma;</em></strong><br><strong><em>– Cardiopatas acometidos pela covid-19 têm 10,5% mais chances de morte por insuficiência cardíaca na progressão da infecção;</em></strong><br><strong><em>– A vacina contra o novo coronavírus é recomendada para pessoas que convivem com Asma e com Insuficiência Cardíaca.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito tem se falado a respeito dos perigos de algumas comorbidades diante do novo coronavírus. No caso da infecção pelo SARS-CoV-2, a covid-19, as pessoas que têm doenças crônicas como diabetes mellitus,&nbsp;<a href="https://cdd.org.br/doencas-respiratorias/asma-grave/">Asma</a>, hipertensão arterial, câncer, imunodeficiências e os idosos, acima dos 60 anos, são considerados de alto risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://inspiresonhos.com.br/">No mês de conscientização sobre a Asma</a>, conversamos com o pneumologista Paulo Pitrez, do Hospital Moinho de Vento. Ele explica que&nbsp;<a href="https://doi.org/10.1016/S2213-2600(21)00013-8">um estudo observacional no Reino Unido</a>, com mais de 75 mil pacientes demonstrou que pessoas com Asma têm um risco maior de apresentar quadros mais graves da covid-19, inclusive necessitando de UTI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, segundo o mesmo levantamento, a Asma Grave está associada a mortalidade mais elevada quando comparada a pessoas que convivem com Asma não grave. “Ainda não temos uma quantidade de evidência robusta para responder esta pergunta quanto ao real risco, mas, até o presente, é importante considerar a Asma, independente da gravidade, como um fator de risco para covid-19 mais grave”, afirma Pitrez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pneumologista ressalta que, por vezes, é difícil fazer a diferenciação entre os sintomas de coronavírus e Asma: “Sintomas de tosse e falta de ar podem ser causados por ambas doenças. “Chiado no peito” costuma representar um envolvimento do componente da Asma, mas pode também ser um episódio de Asma desencadeado pelo coronavírus. Assim, todo sintoma respiratório deve levantar a suspeita de covid-19 nesta pandemia”. Paulo Pitrez ressalta que o alerta ainda é maior principalmente quando o quadro de saúde for acompanhado por dor de garganta, dor no corpo, febre e cansaço. A pessoa com Asma deve estar atento para sempre fazer o tratamento específico durante a crise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recomendações para que quem convive com Asma se proteja contra a covid-19 são as mesmas que para todos: distanciamento social, higiene constante das mãos e realização da vacina quando estiver disponível para a faixa etária, sendo essencial a manutenção dos tratamentos controladores e preventivos da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todo o paciente com Asma deve receber a vacina disponível no momento que chegar a sua faixa etária”, finaliza o pneumologista Paulo Pitrez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com insuficiência cardíaca também precisam de atenção diante do novo coronavírus. Isso porque, de acordo com o presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, alguns estudos chegaram a indicar que, entre os hospitalizados, cerca de 50% tinham patologias crônicas sendo que 40% destas eram cardiovasculares. “Esses pacientes apresentam deficiência em seus sistemas imunológicos, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a evolução de processos infecciosos, fazendo com que o organismo responda à agressão viral sem a mesma eficiência, na comparação com um organismo saudável. Dessa forma, pacientes com insuficiência cardíaca, hipertensão, diabetes ou aqueles que tenham sofrido infarto ou cirurgia cardiovascular são considerados, desde o início da crise sanitária da covid-19, como o grupo com maior propensão para desenvolver as formas mais agudas da doença”, explica João Fernando Monteiro Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cardiopatas que contraem o novo coronavírus têm 10,5% mais chances de morte por insuficiência cardíaca na progressão da infecção do que pessoas sem essa comorbidade. Assim como a Asma Grave, os sintomas de um infarto agudo do miocárdio, por exemplo, podem ser mascarados pelos provocados pela covid-19. Para quem tem doenças cardíacas, é preciso manter o tratamento com medicamentos de uso contínuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo avalia que, após um ano e meio de pandemia, cientistas e a comunidade médica observam as sequelas para aqueles que não tinham doenças cardíacas e contraíram o coronavírus. “Dados apontam que a prevalência de lesão miocárdica nos infectados variaram entre 7% e 36%. As lesões ocorrem tanto pela ação direta do coronavírus no músculo cardíaco como pela elevação de substâncias inflamatórias no organismo. Dessa forma, dores torácicas ou queda de pressão arterial, durante o quadro de covid, podem ser sinais suspeitos de insuficiência cardíaca mesmo naqueles sem histórico de problemas cardiológicos”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cardiologista Marcelo Sampaio, membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL), deu algumas dicas específicas para quem convive com insuficiência cardíaca durante a após a pandemia. Confira:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sete dicas para pessoas que têm Insuficiência Cardíaca enfrentarem a pandemia (e manter esses alertas quando ela passar)</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">1. Fique atento aos principais sinais da Insuficiência Cardíaca: cansaço, falta de ar e inchaço nas pernas são sinais importantes que não devem ser ignorados. O diagnóstico precoce é fundamental!</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Você se sente cansado mesmo após uma boa noite de sono? Tem vontade de voltar para a cama logo depois de acordar? O cansaço é uma resposta natural do organismo e ao estresse do dia a dia, ainda mais nesse momento da pandemia, quando a saúde emocional está abalada. Mas, quando o cansaço se torna excessivo e constante, é melhor investigar: ele pode ser sinal de que algo não está muito bem com a sua saúde. O cansaço também, como tem sido destacado como um efeito da Covid-19, então é preciso investigar rapidamente, para que o diagnóstico correto seja feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Quando o coração está dilatado ou fraco, ele não bombeia o sangue com eficiência, causando a sensação de cansaço. Esse é o caso de doenças como a insuficiência cardíaca. Lembre-se de sempre relatar ao médico qualquer sintoma persistente no dia a dia, mesmo que pareça irrelevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. A falta de apetite e o aumento de peso inesperado podem ser sinais de que algo não anda bem com a sua saúde. A Insuficiência Cardíaca pode ser uma das razões para você estar se sentindo desse jeito. Por isso, é sempre bom ter acompanhamento médico e passar regularmente em consultas! Mesmo durante a pandemia, não desmarque as consultas. Hoje, elas podem ser feitas com o recurso da Telemedicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Quando a Insuficiência Cardíaca é constatada, o primeiro passo é a mudança no estilo de vida. É importante que as pessoas com IC pratiquem atividade físicas, restrinjam alimentos, como o sal, o excesso de líquido, e façam uso dos medicamentos corretos. Não interrompa o tratamento. A adesão a ele é fundamental para manter a doença sob controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Não se automedique. Se sentir falta de ar, busque contatar o seu médico ou o serviço de saúde mais próximo de sua residência, seja no SUS (Sistema Único de Saúde) ou no seu plano médico.&nbsp;Informe que você sofre de insuficiência cardíaca, para que o profissional de saúde saiba avaliar se é necessário ajustar a dose da medicação. Mas não tome nenhuma atitude por conta própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. Para todas as pessoas com doenças crônicas: Além de lavar as mãos, lembrar de lavar as unhas e os pulsos. Higienizar celulares e objetos de uso pessoal. Usar a máscara (mesmo depois que a pandemia passar, sempre que estiverem em ambientes com maior volume de pessoas, no transporte público, por exemplo, ou perto de alguém com gripe, use a proteção).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual a importância da incorporação da Empagliflozina para Insuficiência Cardíaca?</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/qual-a-importancia-da-incorporacao-da-empagliflozina-para-insuficiencia-cardiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 20:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1453</guid>

					<description><![CDATA[Conitec recebe contribuições da sociedade para consulta pública de incorporação da empagliflozina para Insuficiência Cardíaca até o dia 11 de janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Conitec abriu consulta pública para avaliação sobre a incorporação da empagliflozina para o tratamento de pessoas com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo preservada e levemente reduzida no SUS.&nbsp;<a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-99-2022-opiniao-empagliflozina-para-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-fracao-de-ejecao-preservada-e-levemente-reduzida-e-classes-funcionais-nyha-ii-e-iii">As contribuições podem ser enviadas até o dia 11 de janeiro.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A medicação apresenta registros na Anvisa e atualmente é indicada para o tratamento de pacientes adultos com insuficiência cardíaca independentemente da quantidade da fração de ejeção, com ou sem diabetes mellitus tipo 2, com o objetivo de reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca e retardar a perda da função renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Insuficiência Cardíaca ocorre quando o coração é incapaz de bombear adequadamente o sangue para o restante do corpo. Os principais sintomas são: falta de ar, dificuldade de respirar ao se deitar, inchaço de membros inferiores e cansaço. A pessoa com IC pode ter dificuldades para se exercitar, por exemplo. “É importante ressaltar que a Insuficiência Cardíaca tem sido cada vez mais alvo de atenção porque ela impacta a saúde pública e é a maior causa de internação em pessoas acima de 60 anos. Um em cada três pacientes hospitalizados por IC pode ter uma readmissão hospitalar em 90 dias”, afirma Hermelinda Pedrosa, integrante do Conselho Consultivo do Fórum de DCNTs. Segundo a médica, mais de R$ 500 milhões foram gastos com internações no SUS em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo de IC pode ser determinado de acordo com a Fração de Ejeção, ou seja, a quantidade de sangue que é bombeado (ou ejetado) pelo coração a cada batida. Assim, a IC pode se caracterizar por FE preservada (FEp – quando o coração consegue ejetar mais de 50% do sangue), FE intermediária (FEi – quando o coração consegue ejetar entre 40% e 49% do sangue) e FE reduzida (FEr – quando o coração consegue ejetar menos de 40% do sangue).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec recomendou, inicialmente, a não incorporação, no SUS, da empagliflozina para o tratamento de pacientes adultos com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada e levemente reduzida e classes funcionais. De acordo com análise da comissão, “há fragilidade na evidência científica apresentada, além de incertezas em alguns aspectos da avaliação econômica e do impacto orçamentário”.</p>



<h5 class="wp-block-heading">O que dizem os pacientes</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No SUS não há Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para o tratamento de Insuficiência Cardíaca com fração de ejeção preservada ou levemente reduzida. Apesar disso, é recomendado, desde 2020, que pessoas com esse diagnóstico utilizem diuréticos, que auxiliam o tratamento do inchaço, pois aumentam a quantidade de urina, eliminando sal e água do corpo, espironolactona, que diminui a absorção de sal do organismo, e os bloqueadores dos receptores de angiotensina, que relaxam os vasos sanguíneos, reduzindo a pressão arterial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec abriu uma chamada pública de 13 a 23 de setembro de 2022 para ouvir pacientes e duas pessoas que se inscreveram, mas não deram seguimento ao procedimento preparatório.</p>



<h5 class="wp-block-heading">O que dizem os especialistas</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Técnicos do Fórum de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (FórumDCNTs) apontam que a “incorporação de empagliflozina para o tratamento de pessoas com Insuficiência Cardíaca nas condições apresentadas será um passo importante para melhorar o tratamento destas pessoas”. Para os especialistas, essa tecnologia apresenta um benefício significativo e que “a não existência de Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) que contemple o manejo das pessoas com IC nas condições mencionadas resulta em uma necessidade médica não atendida no SUS”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hermelinda Pedrosa, integrante do Conselho Consultivo do Fórum de DCNTs, lembra que a medicação é autorizada tanto nos Estados Unidos quanto na Europa. “Desde o início dos estudos se verificou, de fato, uma boa eficácia e, sobretudo, segurança. Um grande dado que foi consolidado foi justamente resultados positivos para a redução da doença cardiovascular, risco de derrame, ataque cardíaco ou infarto do miocárdio e, de forma relevante, a diminuição da hospitalização por Insuficiência Cardíaca, um achado que impactou todas as estratégias terapêuticas até então conhecidas”, diz a endocrinologista</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista também traz um dado alarmante: em um ano, a taxa de mortalidade é de 29% para pessoas com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo preservada e de 32% para aquelas com IC com Fração de Ejeção levemente reduzida, segundo estudo publicado no New England Journal of Medicine em 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então, é muito importante sim disponibilizar para a população drogas que possam efetivamente reduzir de forma significativa a hospitalização&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;por essa complicação, que está frequentemente associada ao diabete”, conclui Hermelinda Pedrosa.</p>



<h5 class="wp-block-heading">O que dizem os demandantes</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. solicitou à Conitec a avaliação sobre a incorporação da empagliflozina para o tratamento adicional de pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo preservada e levemente reduzida e classes funcionais NYHA (New York Heart Association) II e III.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com relatório apresentado pela empresa, as evidências científicas indicam que o uso da empagliflozina, em conjunto com o tratamento para IC padrão, “reduz a morte por causas cardiovasculares, as hospitalizações decorrentes de Insuficiência Cardíaca, benefícios na qualidade de vida dos pacientes e proteção renal, em comparação ao uso do placebo associado à terapia padrão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo a Boehringer, a qualidade da evidência foi considerada alta para os resultados de segurança e para as hospitalizações decorrentes de IC. Já para morte cardiovascular foi considerada moderada e para morte por qualquer causa, baixa.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Saiba como participar da consulta pública</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública para incorporação da empagliflozina para o tratamento de pessoas com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo preservada e levemente reduzida no SUS vai até o dia 11 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar opinião sobre o assunto e participar da consulta, acesse o portal da Conitec,&nbsp;<a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-99-2022-opiniao-empagliflozina-para-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-fracao-de-ejecao-preservada-e-levemente-reduzida-e-classes-funcionais-nyha-ii-e-iii">nesse link</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A relação entre DPOC e Insuficiência Cardíaca</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/a-relacao-entre-dpoc-e-insuficiencia-cardiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 20:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1447</guid>

					<description><![CDATA[DPOC e Insuficiência Cardíaca podem ocorrer simultaneamente – e agravar os sintomas da outra. Saiba com o que ficar atento para controlar a falta de ar e reduzir o risco de consequências sérias, como infarto. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As condições respiratórias estão entre as dez maiores causas de morte no mundo. Uma delas&nbsp;<a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/chronic-obstructive-pulmonary-disease-(copd)#:~:text=Key%20facts,%2Dincome%20countries%20(LMIC).">ocupa o terceiro lugar</a>: é a doença pulmonar obstrutiva crônica, ou&nbsp;<strong>DPOC</strong>. Ela aparece quando o enfisema pulmonar (um quadro degenerativo que se desenvolve após a agressão prolongada aos tecidos pulmonares) e a bronquite crônica coexistem no mesmo pulmão, obstruindo as vias aéreas e tornando a respiração difícil. Infelizmente, a DPOC é especialmente perigosa se o paciente tiver doenças cardiovasculares associadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPOC e a&nbsp;<strong>insuficiência cardíaca</strong>, por exemplo, podem acontecer ao mesmo tempo, sem estarem necessariamente relacionadas. Nesse caso, a dificuldade respiratória ocorre simultaneamente à redução de bombeamento de sangue que caracteriza a insuficiência cardíaca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que uma situação agrava a outra. Enquanto esse problema no coração intensifica os sintomas respiratórios, “a DPOC pode piorar a insuficiência cardíaca por causa da hiperinsuflação pulmonar”, afirma a pneumologista Rosemeri Maurici, da Comissão de DPOC da&nbsp;<a href="https://sbpt.org.br/portal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hiperinsuflação pulmonar ocorre quando o paciente tem dificuldade para expirar o ar para fora do corpo. “O ar se acumula no pulmão, o que causa aumento dos volumes pulmonares. Isso acaba comprimindo o coração e dificultando ainda mais a função cardíaca, já comprometida pela insuficiência”, explica a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPOC, por sua vez, deflagra uma queda do nível de oxigênio no sangue, o que prejudica o trabalho correto do coração. Essa redução da oxigenação sanguínea é um dos fatores que sobrecarrega o músculo cardíaco e torna infartos mais comuns em pacientes com DPOC.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E há uma curiosidade aqui: o lado do coração acometido pela insuficiência cardíaca guarda relação com a DPOC. Quando o problema atinge o lado direito do músculo cardíaco, não raro é uma consequência do problema pulmonar. Já quando surge na esquerda ou mesmo de forma global, não.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A insuficiência cardíaca não leva à DPOC, mas a DPOC pode levar à insuficiência cardíaca”, resume a pneumologista.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como diferenciar os sintomas de DPOC e Insuficiência Cardíaca</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto a insuficiência cardíaca quanto a DPOC dificultam a respiração. Por esse motivo, a dispneia (falta de ar) é um sintoma em comum. “Às vezes, é difícil distinguir esses quadros só com a anamnese e os exame físico”, reconhece Maurici. “São necessários exames complementares, que avaliem tanto a parte respiratória quanto cardiovascular”, arremata.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma falta de ar progressiva, que no começo aparece só depois de grandes esforços físicos, mas que, com o tempo, surge a qualquer movimentação mais leve, é o sinal mais evidente da DPOC. O quadro também vem acompanhado de tosse e expectoração e possui momentos de exacerbação – ou crises –, em que os sintomas se agravam rapidamente e exigem cuidados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insuficiência cardíaca também leva a uma falta de ar que ocorre em crises, mas não é necessariamente progressiva – ela pode começar gerando dispneia em esforços mínimos. O problema cardiovascular ainda provoca inchaço de membros inferiores, como pernas e pés.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico da DPOC é feito por espirometria, uma prova de função pulmonar. “O paciente fica sentado e realiza algumas manobras de soprar dentro de um aparelho que mede as capacidades pulmonares”, detalha a médica. O método inclusive determina a gravidade da situação.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Indivíduos com DPOC e insuficiência cardíaca correm maior risco de morte – o que denota a importância do tratamento. E os remédios para DPOC frequentemente podem ser usados também em quem manifesta a doença cardiovascular.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As duas condições devem ser tratadas simultaneamente para que uma não piore a outra”, esclarece Maurici. “Quanto antes é iniciado o tratamento, o controle da pressão arterial e o abandono do tabagismo, menor é a repercussão no pulmão e no coração”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da medicação, existe a terapia não-farmacológica, que abrange vacinas para evitar infecções e exacerbações da doença, alimentação adequada, abandono do hábito de fumar, controle dos níveis de ansiedade e depressão e reabilitação cardiopulmonar com fisioterapia. Se houver uma queda de oxigenação intensa, deve ser usada a oxigenoterapia domiciliar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Possíveis causas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tabagismo é um fator de risco comum entre insuficiência cardíaca e DPOC. “O cigarro compromete a função de outros órgãos que não só o pulmão, e o coração é um deles”, corrobora Maurici.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPOC é causada pela exposição contínua a partículas nocivas no ambiente, como as oriundas da queima do tabaco, de biomassa (fornos à lenha, por exemplo) e da poluição. O fumo passivo também está entre as causas – e já começa a exercer seu papel na infância. “As doenças pulmonares crônicas têm maior incidência em filhos de pais fumantes”, diz a pneumologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a insuficiência cardíaca pode ser deflagrada, além do fumo, por hipertensão não tratada e índices elevados de triglicerídeos e colesterol, entre outros motivos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tanto a DPOC quanto a insuficiência cardíaca são mais comuns em idosos, mas podem surgir em adultos mais jovens”, explica Rosemeri.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba tudo sobre insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/saiba-tudo-sobre-insuficiencia-cardiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 15:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1496</guid>

					<description><![CDATA[Entenda mais sobre a insuficiência cardíaca e os caminhos para o acesso ao tratamento pelo SUS

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A insuficiência cardíaca (IC) acontece quando o coração está fraco e não consegue bombear sangue suficiente para atender plenamente as necessidades dos órgãos do corpo. Esta é uma condição grave e que oferece risco de morte ao paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 23 milhões de pessoas no mundo convivem com essa condição. Dados indicam que a sobrevida para a insuficiência cardíaca é menor do que as de câncer de próstata, intestino e mama: após 5 anos de diagnóstico pode ser de apenas 35%, com prevalência que aumenta conforme a faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insuficiência cardíaca é uma condição séria que requer tratamento médico, o qual deve incluir consultas com cardiologistas, exames e medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conversamos com a Dra. Nivia Tosetto, médica cardiologista pela UNIFESP, para tirar algumas dúvidas sobre essa condição e saber o que está disponível pelo SUS para tratamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas da insuficiência cardíaca?&nbsp;</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dispneia (falta de ar)</li>



<li>Edema periférico (inchaço em pernas, pés e tornozelos)</li>



<li>Redução da energia</li>



<li>Dificuldades para dormir</li>



<li>Abdômen inchado, falta de apetite</li>



<li>Tosse</li>



<li>Aumento da frequência urinária à noite</li>



<li>Confusão mental, redução da memória</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os fatores de risco da IC?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A insuficiência cardíaca é uma doença secundária, ou seja, é causada por outras condições prévias que danificaram o coração e impossibilitam esse órgão de bombear o sangue com oxigênio pelo corpo, de forma adequada e suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Dra. Nivia, entre os principais fatores de risco estão infarto agudo do&nbsp;miocárdio prévio, hipertensão arterial sistêmica, doença de Chagas, alcoolismo, entre outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Qual a diferença entre os tipos de IC – aguda e crônica?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A IC pode ser caracterizada a partir da intensidade e aparecimento de sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na&nbsp;insuficiência cardíaca aguda, os sintomas aparecem repentinamente, mas desaparecem logo, e exigem o atendimento hospitalar de forma emergencial. Essa condição geralmente ocorre após um ataque cardíaco. Também pode ser o resultado de um problema com as válvulas cardíacas que controlam o fluxo de sangue no coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na&nbsp;insuficiência cardíaca crônica, o quadro se desenvolve gradativamente, por vezes ao longo de anos. Os sintomas são contínuos e não melhoram com o tempo, mas com o tratamento adequado, é possível manter a condição estável. A grande maioria dos casos de insuficiência cardíaca é crônica.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como diagnosticar a IC?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Caso haja a suspeita de que você ou outra pessoa próxima convive com IC, o recomendado é buscar atendimento médico, de preferência com um cardiologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele fará uma avaliação inicial, perguntando sobre seu histórico clínico, para saber sobre condições prévias, histórico familiar e estilo de vida. Ele pode solicitar também alguns exames complementares para confirmar ou excluir o diagnóstico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pessoa que convive com insuficiência cardíaca pode ter uma boa qualidade de vida?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A IC pode afetar aspectos mais distintos na vida dos pacientes e de seus familiares, com impacto na saúde emocional, mudanças em suas relações financeiras, sexuais, de lazer e trabalho, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento adequado permite que a pessoa com IC tenha uma vida prolongada e mantenha a condição estável. Contudo, pode acontecer de a pessoa ter de conviver com algumas limitações, acrescenta a Dra. Nivia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">&nbsp;<strong>Quais são os tratamentos disponíveis para insuficiência cardíaca no SUS?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O SUS oferece às pessoas com insuficiência cardíaca consultas com especialistas, exames como&nbsp;eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma, além de tratamento medicamentoso.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Se eu suspeito que tenho IC, como posso obter tratamento pelo SUS?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para tratamento pelo SUS, você deve procurar&nbsp;a&nbsp;Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa e agendar uma consulta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
