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	<title>Osteoporose &#8211; CDD &#8211; Crônicos do Dia a Dia</title>
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	<title>Osteoporose &#8211; CDD &#8211; Crônicos do Dia a Dia</title>
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		<title>Osteoporose e osteopenia: entenda as diferenças entre os diagnósticos</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/osteoporose-e-osteopenia-entenda-as-diferencas-entre-os-diagnosticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 15:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde estima que aproximadamente 10 milhões de pessoas convivem com a osteoporose no Brasil. Apesar disso, apenas 20% sabem ter a doença. A osteoporose torna os ossos mais frágeis e quebradiços e provoca 200 mil mortes por ano. Normalmente, o corpo absorve e substitui o tecido ósseo mas, para quem tem a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O Ministério da Saúde estima que aproximadamente 10 milhões de pessoas convivem com a osteoporose no Brasil. Apesar disso, apenas 20% sabem ter a doença.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose torna os ossos mais frágeis e quebradiços e provoca 200 mil mortes por ano<em>.</em> Normalmente, o corpo absorve e substitui o tecido ósseo mas, para quem tem a condição, a camada óssea anterior não é removida na mesma medida da nova criação óssea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chamada osteopenia tem características muito parecidas, mas é considerada uma condição pré-clínica, que detecta a perda gradual óssea da pessoa. A <a href="https://www.who.int/pt">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> estima que o número de casos de osteoporose e osteopenia deve crescer três vezes até 2050, chegando a 6,3 milhões de diagnósticos no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fatores hereditários, sedentarismo, sobrepeso, má alimentação, fumo e doenças crônicas que impedem ou enfraquecem as renovações ósseas podem contribuir para ambos diagnósticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para desvendar a diferença entre osteoporose e osteopenia, nós entrevistamos a médica Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e integrante do Conselho Científico da Associação Crônicos do Dia a Dia, no primeiro episódio do podcast no canal da <a href="https://open.spotify.com/show/1kmUBVPkhheuLPUI8YwzYk?si=38e0fdce22c0449f">CDD no Spotify</a>.</p>


<p><iframe title="Spotify Embed: Osteoporose e osteopenia: entenda as diferenças entre os diagnósticos | EP. 1" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1PZFGdxMp1W1YlNIJD1rKM?si=bLhtXCZCSB2gEYAXTgZ9TQ&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um artigo inédito publicado na revista britânica The Economist em abril deste ano revelou que, em 2025, o Brasil pode ter a sexta maior população idosa do mundo. A palavra &#8216;cura&#8217; é inadequada para quadros de osteoporose ou osteopenia. Isso porque ambas são consideradas doenças crônicas e que exigem acompanhamento permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo moderno, muita gente recorre a sites de buscas para tentar entender os diagnósticos e até melhores práticas para conseguir uma boa qualidade de vida. E, no meio desse caminho, pode encontrar muitos mitos ou fake news a respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensando em desmistificar diversas dúvidas, convidamos a Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação, para responder ao quadro &#8216;mitos e verdades&#8217; sobre osteoporose e osteopenia, neste segundo episódio do podcast da CDD, no Spotify.</p>


<p><iframe title="Spotify Embed: Osteoporose e osteopenia: entenda as diferenças entre os diagnósticos | EP. 2" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/2hIxxNtuMPEVqVz9q0hQiY?si=XhF0Hu7iQxK8RYY_A46fjg&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das consultas com um especialista em osteoporose e osteopenia, é preciso promover uma mudança de vida. Cuidar da saúde mental diante de um diagnóstico mais grave, que pode limitar as atividades diárias, parece um bom caminho para driblar a ansiedade, depressão e outras questões emocionais que podem te afligir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<h5 class="wp-block-heading">VEJA MAIS NO SITE DA CDD</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://cddhomolog.puntocomunicacao.com.br/noticia/cronicos/5-dicas-para-ajudar-a-tratar-e-prevenir-a-osteoporose/">5 dicas para ajudar a tratar e prevenir a Osteoporose</a></li>



<li><a href="https://cddhomolog.puntocomunicacao.com.br/noticia/osteoporose/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-a-osteoporose/">5 coisas que você precisa saber sobre a Osteoporose</a></li>



<li><a href="https://cddhomolog.puntocomunicacao.com.br/noticia/osteoporose/fraturas-comuns-na-osteoporose/">Fraturas comuns na Osteoporose</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidado com os ossos é missão para a vida toda</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/cuidado-com-os-ossos-e-missao-para-a-vida-toda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 20:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1434</guid>

					<description><![CDATA[A osteoporose realmente costuma aparecer após os 50 anos, mas hábitos que começam décadas mais cedo interferem na sua presença e gravidade de degeneração dos ossos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com o avançar da idade, os ossos vão se tornando mais frágeis. Mas isso não quer dizer que nada possa ser feito para garantir uma saúde óssea mais robusta ao longo dos anos e evitar ou conter a&nbsp;<a href="https://cdd.org.br/osteoporose/">osteoporose</a>&nbsp;– quando a fragilidade do esqueleto chega a um ponto preocupante, capaz de promover fraturas com quedas simples, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas apontam que, em média, o desenvolvimento mais importante da massa esquelética se dá até os 25 anos. Depois, vivemos um período de relativa estabilidade, sem ganhos nem perdas até em torno dos 40.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por volta da quarta década de vida, o processo se inverte – passa a haver uma perda contínua de massa óssea, cuja intensidade depende de diversos fatores, mas pode chegar a uma média de 1% ao ano. “Se você pensar que as pessoas estão vivendo mais, quem chega aos 80 ou 90 anos vai ter passado a maior parte da vida em uma situação de desvantagem”, estima o endocrinologista Francisco José de Paula, presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (<a href="https://abrasso.org.br/">Abrasso</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um pouco menos de resistência óssea a cada ano que passa, ficamos mais propensos a fraturas. O que na juventude exigia um forte impacto para causar um dano sério, na velhice pode precisar de apenas uma queda – mais frequentes pela perda dos reflexos em função da idade – ou uma batida, dependendo de quão frágil está o esqueleto. Esse é o efeito da osteoporose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande problema é que essas lesões não envolvem apenas o incômodo de passar um tempo com o braço ou a perna engessados (período que também se alonga conforme a idade passa, devido à dificuldade de regeneração). Infelizmente, algumas fraturas afetam muito a qualidade de vida, enquanto outras chegam a precipitar a morte.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cerca de 20% das pessoas morrem no primeiro ano após uma fratura de quadril. E até 50% perdem autonomia”, alerta José de Paula.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Uma base para ossos mais fortes</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Para melhorar suas perspectivas frente à osteoporose, antes vale prestar atenção nos fatores de risco. Mulheres, por exemplo, são naturalmente mais suscetíveis à doença, porque a redução do nível do hormônio estrogênio na menopausa prejudica os processos que formam e regeneram os ossos. Mas essa enfermidade também afeta os homens, claro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alcoolismo, tabagismo ou o uso de alguns medicamentos também podem acelerar a perda de massa óssea. É o caso de pessoas com doenças crônicas que se valem de corticoides – anti-inflamatórios receitados no tratamento de alergias, asma, artrite e lúpus, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses fármacos sabotam o equilíbrio entre a perda do tecido ósseo e o aparecimento de novas células para substituí-lo. Como se não bastasse, eles podem reduzir a absorção de vitamina D e cálcio pelo intestino – duas substâncias fundamentais para o esqueleto. Não à toa, o uso prolongado de corticoides está associado à osteoporose.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando bem prescritos, os benefícios dos corticoides tendem a compensar os riscos, mas vale discutir com o médico sobre como proteger os ossos dentro desse contexto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que, em geral, há maneiras de estimular a formação de ossos mais fortes e retardar essa piora natural que virá com a idade. E isso não apenas com remédios que ajudam na formação óssea ou que modulam o receptor de estrogênio, utilizados em fases mais avançadas da osteoporose.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada pessoa tem seu potencial genético para o ganho de massa óssea. Nós devemos utilizá-lo ao máximo desde os primeiros anos de vida”, entende José de Paula.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fugir do sedentarismo já na infância é um ponto central na hora de planejar um futuro com ossos mais fortes. “Os exercícios que mais ajudam a manter a massa óssea são aqueles que envolvem impacto e força”, recomenda José de Paula. Claro que não é necessário levar a criançada para a academia: brincadeiras ao ar livre, que vão de pular corda e escalar árvores, dão conta do recado. Valorizar as aulas de educação física é outra sacada importante.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a criança envelhece, esportes e exercícios mais estruturados (que podem incluir a musculação) entram em cena. Uma conversa com o profissional de saúde é sempre uma boa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o ideal seja começar desde cedo – ainda na fase de formação da massa óssea, que vai até em torno dos 25 anos –, todas as idades se beneficiam da atividade física. Nos mais velhos, ela pelo menos atenua a perda de óssea e estimula a coordenação,&nbsp; o que evita quedas. Só é bom buscar orientação para o tiro não sair pela culatra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comer bem é outra peça-chave na prevenção e no controle da osteoporose. Isso significa variar o prato e atingir quantidades recomendadas de proteína, cálcio e vitamina D.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São armas que temos para esticar o período de estabilidade óssea e para diminuir a taxa de perda após os 40 anos”, explica José de Paula.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Os exames</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose é, muitas vezes, silenciosa. Seu primeiro sintoma pode ser uma fratura e a dor decorrente dela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o ideal é fazer exames periódicos a partir da faixa etária em que a perda óssea é considerada mais acentuada. Feito o diagnóstico, o médico consegue fazer ajustes no estilo de vida ou receitar medicamentos que freiam o agravamento da situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, os exames devem ser feitos regularmente por mulheres a partir dos 65 anos e por homens dos 70 em diante, com frequência a ser determinada a partir do histórico e da condição óssea.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação envolve exames como a densitometria, que determina a massa óssea em diferentes regiões do corpo (coluna, fêmur, antebraço) a partir de um aparelho de raio-X.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas pessoas com fatores de risco, porém, devem começar a fazer essas visitas periódicas ao médico mais cedo na vida. De novo, atenção especial deve ser dada para fumantes, pessoas que consomem muito álcool, usuários de corticoides e mulheres na menopausa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além deles, há indivíduos com doenças que comprometem a absorção no intestino de nutrientes que formam os ossos. Nesse contexto, a recomendação de avaliações mais pormenorizadas pode vir a partir dos 50 anos, ou até antes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba quais doenças ou tratamentos podem causar a Osteoporose</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/saiba-quais-doencas-ou-tratamentos-podem-causar-a-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 20:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1432</guid>

					<description><![CDATA[Distúrbios hormonais, alguns tipos de câncer e questões genéticas têm chances de desencadear a doença.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Na reportagem, você ficará sabendo que:</strong></em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em><strong>A chamada osteoporose secundária é aquela associada a outras patologias, com um aumento do risco de fraturas;</strong></em></li>



<li><em><strong>Doenças genéticas, renais, endócrinas, gastrointestinais, hematológicas, do tecido conjuntivo ou até alcoolismo podem desencadear doença;</strong></em></li>



<li><em><strong>Tratamentos para diversos tipos de câncer ou a ingestão de certos medicamentos também provocam a perda óssea;</strong></em></li>



<li><em><strong>Tomar cálcio, banho de sol e realizar atividades físicas ajudam a minimizar os sintomas.</strong></em></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando recebemos o diagnóstico de uma doença ou iniciamos um tratamento, jamais imaginamos que podemos descobrir outra patologia no meio do caminho. Mas é assim que acontece na totalidade dos casos de osteoporose secundária. Inclusive, o nome já sugere que a pessoa apresenta uma perda óssea decorrente de outras questões de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 36 anos de idade, Viviana Fulgido Gamba foi diagnosticada com lúpus. Pouco depois, fazendo exames de rotina, descobriu que tinha osteoporose. “Ela é decorrente principalmente da perda de cálcio por causa do tratamento de lúpus, que é a base de corticóide. Então, eu tinha alguns pontos de osteoporose e alguns de osteopenia. E aí comecei como suplemento de cálcio e, gradativamente, comecei a ter ganho de massa óssea saindo de osteoporose para osteopenia”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, aos 52 anos, mesmo após se preocupar com o diagnóstico precoce e se sentir triste, Viviana toma cálcio todos os dias e adota uma série de cuidados paliativos para minimizar sintomas como dores na lombar e na região do quadril: “Todos os dias eu tomo sol para ajudar na parte da prevenção. O que mais me ocasionou osteoporose foi o tratamento para lúpus, que fez eu ter a forma prematura da doença. Tento fazer alongamentos e atividades físicas para ajudar no processo todo”.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized" id="attachment_3408"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://cdd.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Captura-de-Tela-2020-10-20-a%CC%80s-09.33.27-201x300-1.png" alt="" class="wp-image-3408" width="393" height="587"/><figcaption class="wp-element-caption">Viviana Fulgido Gamba (Foto: acervo pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose surgiu na vida da pediatra Zuleid Dantas Linhares Mattar, presidente da Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA-SP), após o tratamento contra um câncer de mama, há seis anos. “Tive com 57 anos, já numa fase de menopausa, e as mulheres nessa etapa têm a predisposição porque cai a taxa hormonal, então, você começa a ter perda óssea. Com o tratamento, que consiste em tomar supressores dos hormônios, porque o câncer de mama está diretamente relacionado com hormônios femininos, esses medicamentos aumentam o risco para osteoporose”, explica Zuleid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer que Zuleid teve comprometeu a região dos gânglio e axilas. Ela terá de tomar a medicação por dez anos. Ela faz o controle da osteoporose ingerindo cálcio, vitamina D em doses altas, pratica atividade física, controla o ganho de peso e investe na prevenção de acidentes. “Isso porque, como já tenho osteoporose importante, se tiver uma queda, fatalmente vou quebrar. No dia a dia, evito sapatos com salto que podem escorregar. Andar em superfície regular é complicado”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fazer a quimioterapia, Zuleid chegou a perder as unhas e os dentes. “E nessa história de perder dentes tive que fazer implantes. Hoje em dia tem medicamentos para controle da osteoporose, mas que causam risco de fazer uma necrose no dente. Por esse motivo, não posso tomar esse tipo de remédio, que são mais potentes para evitar a perda óssea. Então, eu só posso fazer uso do cálcio oral. É importante relatar isso também para que as pessoas entendam que a osteoporose não é uma coisa simples”, alerta.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_3409"><img decoding="async" src="https://cdd.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Captura-de-Tela-2020-10-20-a%CC%80s-09.33.02-300x300-1-300x300.png" alt="Senhora de cabelos brancos e curtos sorrido de frente para a câmera" class="wp-image-3409"/><figcaption class="wp-element-caption">Zuleid Dantas Linhares Mattar (Foto: acervo pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Além do tratamento contra o tumor, Zuleid tem asma e o intenso uso de corticóide também pode diminuir a absorção do cálcio, o que pode levar a osteoporose. “O uso do corticóide oral é muito prejudicial, tenho que evitar ao máximo isso. Pacientes asmáticos precisam se controlar com corticóide inalado e evitar ao máximo os orais, porque eles diminuem a densidade mineral óssea”, explica. Ela ressalta que, para pacientes com doenças crônicas, a vigilância tem de ser intensa em relação aos hábitos de vida.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="http://cdd.org.br/osteoporose/#6"><u>Para saber tudo sobre osteoporose, clique aqui</u></a></li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Doenças que podem causar a osteoporose</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos casos de lúpus, asma e tratamento contra alguns tipos de câncer que retratamos no início da reportagem, a osteoporose secundária está associada a outras patologias, como doenças genéticas, como diabete melito; estado hipogonadal; hematológicas (mieloma múltiplo); doenças do tecido conjuntivo (artrite reumatóide, osteogênese imperfeita, homocistinúria); gastrointestinais; enfermidades sistêmicas crônicas comuns, tais como alcoolismo, falência cardíaca congestiva e doença renal; e doenças endócrinas, por exemplo, hiperparatireoidismo, Síndrome de Cushing.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na pós menopausa, cerca de 15% das mulheres apresentam hipotireoidismo, que é a produção insuficiente dos hormônios da tireoide. E essa disfunção da glândula é muito relevante, pois quase 40% das pessoas que têm hipotireoidismo não atingem o alvo terapêutico, ou seja, não estão com o tratamento adequado”, afirma a endocrinologista Gisah Amaral.<br>O paciente que toma doses menores das que foram recomendadas para compensar o hormônio da tireóide correm o risco de ter perda óssea, o que leva à osteoporose, e outros sinais do hipotireoidismo, como cansaço, pele seca, queda de cabelo entre outros.<br>Sobre tratamentos, aqueles que têm a necessidade do uso de glicocorticóides oferecem o maior risco para osteoporose, já que esse tipo de medicamento está associado à doença. Essa classe de remédios é normalmente escolhida por médicos para patologias como obstrução pulmonar crônica, doenças inflamatórias e artrite reumatóide.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção da osteoporose secundária</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, menos de 5% dos casos de osteoporose em mulheres e cerca de 20% em homens são secundários. Para evitar que isso ocorre, na medida do possível, existem algumas&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=CXU9nl0ciSU">coisas que você pode fazer:</a></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar o consumo de cigarros de todo o tipo, de bebidas alcoólicas e cafeína;– Ingerir quantidades adequadas de cálcio e vitamina D;</li>



<li>Se informar sobre os tipos de medicamento que precisará fazer uso para determinado tratamento e se eles podem ter a perda óssea como efeito colateral;</li>



<li>Praticar atividade física, na medida do possível, como caminhada, pilates e outras.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“Dados indicam que cerca de 33% das mulheres e 15% dos homens com mais de 65 anos terão osteoporose. Portanto é um problema de saúde pública”, enfatiza Sergio Setsuo Maeda, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A casa adaptada para o paciente com osteoporose pode diminuir consideravelmente os riscos de quedas. O médico Sergio Setsuo Maeda fez uma lista das principais dicas para transformar a casa em um ambiente mais seguro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A iluminação é um item importante: o ambiente interno deve ser bem iluminado para que o paciente consiga circular com tranquilidade e segurança.</li>



<li>Retirar tapetes e carpetes da casa é fundamental, pois eles são causas frequentes de escorregões, tropeços e quedas.</li>



<li>A altura de cama e sofá deve ser mínima de 45 a 50 cm do chão.</li>



<li>Fios de carregadores de celular, brinquedos e outros objetos não podem ficar soltos pelo chão da casa do paciente com osteoporose, pois podem provocar quedas e consequentes fraturas.</li>



<li>O piso escorregadio é causa frequente de quedas, principalmente quando molhado. E no banheiro é onde mora o perigo: instale barras anti quedas na área de banho, sendo também importantes banquinhos para sentar e lavar os pés e tapetes antiderrapantes dentro e fora do box, pois o piso está sempre molhado.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 coisas que você precisa saber sobre a Osteoporose</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-a-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 17:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1427</guid>

					<description><![CDATA[A osteoporose é uma das doenças mais comuns, afetando mais de 10 milhões de americanos com outros 30 milhões em risco.

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O que é Osteoporose?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose é a doença óssea mais comum em humanos e significa literalmente “ossos porosos”. Caracteriza-se por diminuição da resistência óssea e aumento da suscetibilidade a fraturas. A resistência óssea é uma medida da sua densidade óssea e qualidade óssea. O diagnóstico clínico de osteoporose é feito quando um indivíduo cai da própria altura e sofre uma fratura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de osteoporose da Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser feito por um valor específico de densidade mineral óssea (DMO) feito com o teste de densitometria óssea. Muitas vezes, a osteoporose é considerada uma doença silenciosa porque você não consegue sentir seus ossos se degenerando e 2/3 das fraturas na coluna não geram dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Os homens também sofrem de osteoporose</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora as mulheres sejam afetadas mais cedo e mais comumente do que os homens, 1 em cada 5 homens será afetado pela osteoporose e, quando isso acontece, é mais provável que sofram uma fratura; além disso, a mortalidade é muito maior em homens do que em mulheres para fraturas semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 em cada 3 mulheres será afetada e normalmente começa a apresentar sinais da doença 10 anos antes. A etnia e o tamanho do corpo também aumentam o risco de osteoporose. Mulheres brancas e asiáticas e aquelas com baixo peso corporal ou histórico familiar de osteoporose também correm maior risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. O que há de tão ruim na osteoporose?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose faz com que seus ossos se tornem fracos e quebradiços, os resultados, no entanto, significam aumento do risco de fratura. Quando a fratura ocorre, muitos outros problemas ocorrem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dias no hospital aumentam</li>



<li>O risco de refratura aumenta</li>



<li>28% das mulheres e 37% dos homens que sofrem fratura de quadril morrer dentro de um ano</li>



<li>15% – 25% das pessoas que sofrem fratura de quadril precisam ser internadas em uma casa de repouso.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. A perda de densidade óssea é uma parte normal do envelhecimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 40 anos começamos a perder massa e densidade óssea. Para as mulheres, esse processo geralmente acelera após a menopausa a uma taxa de 1,5% a 2% ao ano e é devido a uma mudança nos hormônios. Nos homens, a perda de massa e densidade óssea geralmente se deve a uma queda na atividade física. Ocasionalmente, os homens também terão alterações hormonais à medida que envelhecem, o que leva a uma perda de massa e densidade óssea.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. A prevenção deve começar cedo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção da osteoporose deve começar cedo, alcançamos nosso pico de massa e densidade óssea entre 25 e 30 anos. Para manter nossos ossos saudáveis, podemos fazer coisas simples como exercícios, comer bem, garantir que estejamos recebendo vitaminas e minerais suficientes, e ficar de olho na saúde em geral. Depois dos 40, nossos ossos naturalmente começarão a enfraquecer – é importante edificá-los o máximo que pudermos para evitar que eles cheguem aos níveis criticamente fracos da osteoporose.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Tradução e Adaptação CDD – Crônicos do Dia a Dia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://www.panoramaortho.com/news/10-things-know-osteoporosis/">Panorama Orthopedics &amp; Spine Center</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado originalmente em 3 de maio de 2018</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba tudo sobre Osteoporose</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/saiba-tudo-sobre-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 14:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é? Nossos ossos são tecidos vivos que dão estrutura ao nosso corpo, nos permitem mover e proteger nossos órgãos. A osteoporose é uma condição em que os ossos se tornam finos e perdem sua força. Isso pode levar a fraturas, que causam dor e tornam as atividades diárias extremamente difíceis.&#160;Depois de uma fratura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">O que é?</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Nossos ossos são tecidos vivos que dão estrutura ao nosso corpo, nos permitem mover e proteger nossos órgãos. A osteoporose é uma condição em que os ossos se tornam finos e perdem sua força. Isso pode levar a fraturas, que causam dor e tornam as atividades diárias extremamente difíceis.&nbsp;<strong>Depois de uma fratura de quadril, cerca de um quarto das pessoas morrem ou nunca voltam a andar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que mais de 200 milhões de mulheres tenham osteoporose. Isso é mais do que as populações combinadas da Alemanha, do Reino Unido e da França. Em todo o mundo, u<strong>ma em cada três mulheres e um em cada cinco homens com mais de cinquenta anos experimentam uma fratura osteoporótica</strong>. De fato, a cada três segundos um osso se romperá, em algum lugar do mundo, por causa dessa doença. Isso tem um enorme impacto humano e socioeconômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas não sabem que têm osteoporose até a primeira fratura, e por isso é chamada de “doença silenciosa”. Mesmo depois de um intervalo, muitas vezes não é tratada. A boa notícia é que a osteoporose pode ser diagnosticada e tratada e as fraturas, muitas vezes, evitadas através de escolhas de estilo de vida saudável e medicação adequada para aqueles em necessidade. A osteoporose, que literalmente significa osso poroso, é uma doença na qual a densidade e a qualidade do osso são reduzidas. À medida que os ossos se tornam mais porosos e frágeis, o risco de fraturas aumenta muito. A perda de osso ocorre silenciosa e progressivamente. Geralmente,&nbsp;<strong>não há sintomas até que a primeira fratura ocorra</strong>.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Causas​</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o momento do nascimento até a idade adulta, os ossos estão se desenvolvendo e se fortalecendo. Nossos ossos são mais densos em nossos primeiros 20 anos – chamados de pico de massa óssea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que envelhecemos, algumas das nossas células ósseas começam a dissolver a matriz óssea (reabsorção), enquanto as novas células ósseas depositam osteóide (formação). Este processo é conhecido como remodelação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pessoas com osteoporose, a perda óssea supera o crescimento de novos ossos. Os ossos se tornam porosos, frágeis e propensos a fraturas.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Quem está em risco?​</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Como a perda óssea é gradual e indolor, geralmente não há sintomas que indiquem que uma pessoa esteja desenvolvendo osteoporose. Muitas vezes, o primeiro sintoma da osteoporose é uma fratura. Mais comumente, as fraturas osteoporóticas ocorrem na coluna vertebral, no punho ou no quadril, embora fraturas osteoporóticas também possam ocorrer em outros ossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a maioria das fraturas de membros (como no punho ou no quadril) sejam óbvias, as fraturas da coluna podem ser mais difíceis de diagnosticar. Isto é porque eles podem ser indolores, ou se houver dor, uma pessoa pode não saber que é causada por uma fratura devido às muitas causas diferentes de dor nas costas. Sinais mais evidentes de fraturas da coluna vertebral são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de altura</li>



<li>Desenvolvimento de uma parte superior curva das costas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como geralmente não há sinais externos de osteoporose em desenvolvimento, os médicos geralmente recomendam testes diagnósticos dependendo da sua idade e se você tem outros fatores de risco para a doença.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Quais são os seus fatores de risco para osteoporose?</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Um fator de risco é qualquer coisa que aumente sua chance de contrair uma doença. Ter um fator de risco, ou mesmo vários, não significa que você terá osteoporose. Entretanto, quanto mais fatores de risco você tiver, maiores serão suas chances de desenvolver uma doença e, quanto maior o nível de cada fator de risco, maior o risco. Existem diferentes tipos de fatores de risco – fixos e modificáveis. Alguns fatores, como idade ou sexo, não podem ser alterados; enquanto outros estão ligados a escolhas pessoais de estilo de vida, como tabagismo, consumo de álcool e dieta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Riscos fixos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os fatores de risco fixos não possam ser alterados, as pessoas precisam estar cientes deles para que possam tomar medidas para reduzir a perda mineral óssea. Os fatores de risco fixos também incluem o que é chamado de “fatores secundários de risco” – distúrbios e medicamentos que enfraquecem o osso e afetam o equilíbrio (elevando o risco de fratura por queda). Fatores de risco fixos incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Idade</li>



<li>Gênero feminino</li>



<li>História familiar de osteoporose</li>



<li>Fratura anterior</li>



<li>Etnia branca</li>



<li>Menopausa / histerectomia</li>



<li>Terapêutica com glucocorticóides a longo prazo</li>



<li>Artrite reumatoide</li>



<li>Hipogonadismo primário / secundário em homens</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Riscos modificáveis</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos fatores de risco modificáveis ​​afeta diretamente a biologia óssea e resulta em uma diminuição na densidade mineral óssea (DMO), mas alguns deles também aumentam o risco de fratura independentemente de seu efeito no próprio osso. Estes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Álcool</li>



<li>Tabagismo</li>



<li>Baixo índice de massa corporal</li>



<li>Nutrição pobre</li>



<li>Deficiência de vitamina D</li>



<li>Distúrbios alimentares</li>



<li>Sedentarismo</li>



<li>Baixa ingestão de cálcio na dieta</li>



<li>Quedas frequentes</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Prevenção da Osteoporose</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Fatores genéticos desempenham um papel significativo na determinação se um indivíduo está em risco elevado de osteoporose. No entanto, fatores de estilo de vida, como dieta e atividade física, também influenciam o desenvolvimento ósseo na juventude e a taxa de perda óssea mais tarde na vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após os 20 anos, o desgaste ósseo é um processo natural e não pode ser completamente interrompido. Quanto mais grossos forem os ossos, menor a probabilidade de eles se tornarem finos o suficiente para quebrar. As mulheres jovens, em particular, precisam estar cientes do seu risco de osteoporose e tomar medidas para retardar seu progresso e prevenir fraturas.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Infância até a adolescência</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Nunca é cedo demais para investir em saúde óssea. A prevenção da osteoporose começa com o crescimento e desenvolvimento ósseo ideal na juventude. Os ossos são tecidos vivos, e o esqueleto cresce continuamente desde o nascimento até o final da adolescência, atingindo uma força e tamanho máximos (pico de massa óssea) no início da idade adulta, por volta dos 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças e adolescentes devem:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Garantir uma dieta nutritiva com ingestão adequada de cálcio</li>



<li>Evitar desnutrição proteica e subnutrição</li>



<li>Manter um suprimento adequado de vitamina D</li>



<li>Praticar atividade física regularmente</li>



<li>Evitar os efeitos do tabagismo passivo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que um aumento de 10% do pico de massa óssea em crianças reduz o risco de uma fratura osteoporótica na vida adulta em 50%.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Fase adulta</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A massa óssea adquirida durante a juventude é um importante determinante do risco de fratura osteoporótica no decorrer da vida. Quanto maior o pico de massa óssea, menor o risco de osteoporose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez atingido o pico de massa óssea, ele é mantido por um processo chamado remodelação. Este é um processo contínuo em que osso velho é removido (reabsorção) e novo osso é criado (formação). A renovação do osso é responsável pela resistência óssea ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a infância e o início da idade adulta, a formação óssea é mais importante do que a reabsorção óssea. Mais tarde na vida, no entanto, a taxa de reabsorção óssea é maior do que a taxa de formação óssea e resulta em perda óssea líquida – um afinamento dos ossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer fator que cause uma taxa mais elevada de remodelação óssea acabará por levar a uma perda mais rápida de massa óssea e ossos mais frágeis. O aconselhamento nutricional e de estilo de vida para construir ossos fortes na juventude é tão aplicável aos adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adultos devem:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Garantir uma dieta nutritiva e uma ingestão adequada de cálcio</li>



<li>Evitar a desnutrição, particularmente os efeitos de dietas severas de perda de peso e distúrbios alimentares</li>



<li>Manter um suprimento adequado de vitamina D</li>



<li>Praticar atividades físicas regularmente que inclua levantamento de peso</li>



<li>Evitar fumar</li>



<li>Evite beber em demasia</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Diagnóstico</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os homens e mulheres com mais de 60 anos correm maior risco de desenvolver osteoporose do que os mais jovens. No entanto, é possível ter osteopenia (baixa massa óssea) ou osteoporose em idade muito mais precoce.</p>



<h6 class="wp-block-heading">O QUE É UM TESTE DE DENSITOMETRIA ÓSSEA?</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Raios-X não são capazes de medir uma densidade óssea, mas podem identificar fraturas da coluna vertebral. Uma densitometria óssea (DMO) deve ser o exame realizado. A Organização Mundial da Saúde definiu vários valores limiares (medidas) para osteoporose. A marcação de derivada é uma medida de alta densidade em uma jovem de idade adulta (chamada T-score).<br>A osteoporose é diagnosticada quando um DMO de uma pessoa é igual ou superior a 2,5 eis que são devidos a essa medida de referência. Osteopenia é diagnosticada quando é uma medida entre 1 e 2,5 desvios-padrão abaixo da medida de referência para adultos jovens. ​</p>



<h5 class="wp-block-heading">Viver com Osteoporose</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Viver com osteoporose não precisa ser uma sentença de prisão perpétua. Existem medicamentos e mudanças de estilo de vida disponíveis para ajudá-lo a gerenciar sua osteoporose. Estes podem permitir que você desfrute de um estilo de vida ativo.Se você sentir que está sozinho com a osteoporose, tenha certeza de que muitas pessoas estão passando pelos mesmos altos e baixos que você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CDD está aqui para te ajudar também com conselhos e dicas sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quedas e fraturas</li>



<li>Tratamento</li>



<li>Nutrição</li>



<li>Exercícios físicos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Envie sua dúvida e compartilhe sua experiência com a gente!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Romosozumabe: tratamento para osteoporose grave em mulheres pós-menopausa é incorporado ao SUS</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/romosozumabe-tratamento-para-osteoporose-grave-em-mulheres-pos-menopausa-e-incorporado-ao-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 16:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Conitec decidiu favoravelmente à incorporação do Romosozumabe para o tratamento da Osteoporose grave em mulheres pós-menopausa ao SUS As contribuições à consulta pública para avaliar a incorporação do Romosozumabe ao Sistema Único de Saúde (SUS) puderam ser enviadas até o dia 7 de novembro e inicialmente, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A Conitec decidiu favoravelmente à incorporação do Romosozumabe para o tratamento da Osteoporose grave em mulheres pós-menopausa ao SUS</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As contribuições à consulta pública para avaliar a incorporação do Romosozumabe ao Sistema Único de Saúde (SUS) puderam ser enviadas até o dia 7 de novembro e inicialmente, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (<a href="https://www.gov.br/conitec/pt-br">Conitec</a>) recomendou a não incorporação do medicamento. Esse tema foi discutido durante a 112ª&nbsp; Reunião Ordinária da Comissão, realizada nos dias 31 de agosto e 1° de setembro de 2022. Na ocasião, considerou-se que as evidências de custo-efetividade do medicamento foram insuficientes e as estimativas de impacto orçamentário, frágeis.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é Osteoporose?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Osteoporose, que literalmente significa osso poroso, é uma condição em que os ossos se tornam finos e perdem sua força. Isso pode levar a fraturas, que causam dor e tornam as atividades diárias extremamente difíceis. Estima-se que, no mundo, mais de 200 milhões de pessoas tenham Osteoporose. Os valores de prevalência dela em mulheres na pós-menopausa aumentam com o avanço da idade. Entre aquelas com 60 anos, a doença afeta 10%; 20% das mulheres de 70 anos; 40% das com 80 e 66% das com 90 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas não sabem que têm Osteoporose até a primeira fratura, e por isso é chamada de “doença silenciosa”. Pessoas com Osteoporose podem sentir dores agudas e perder a mobilidade nas vértebras. Após uma fratura de quadril, cerca de um quarto das pessoas morrem ou nunca voltam a andar. Ou seja, há uma significativa redução na qualidade de vida, bem-estar e autonomia das pessoas que vivem com a patologia.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Romosozumabe</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com bula aprovada pela Anvisa, o Romosozumabe é indicado para o tratamento de Osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia disponível. O medicamento, ao inibir uma proteína chamada Esclerostina, promove o desenvolvimento ósseo e reduz a quebra dos ossos. Esse efeito duplo promove a melhora da massa e estrutura óssea. O remédio é tomado uma vez por mês, por meio de uma injeção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a médica Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e integrante do Conselho Científico da CDD, “Quando comparando com as outras drogas em uso no mundo, o Romosozumabe&nbsp;se mostra mais eficaz, e com a diminuição do número de fraturas, melhora muito a qualidade de vida dos pacientes que fazem uso”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As fraturas evitadas diminuem os custos com cirurgia, internação, reabilitação, custos emocionais e sociais para o paciente e familiares, fazendo com que a medicação tenha um bom custo-benefício. Mais um dado relevante é que essa droga é injetável no subcutâneo e aplicada uma vez por mês. É de fácil manuseio e uso, evitando todos os efeitos colaterais da medicação oral”, conclui Pérola.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Posicionamento CDD</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CDD se posicionou favorável a incorporação do Romosozumabe no SUS e entende que a incorporação do medicamento é um importante avanço no tratamento da Osteoporose em pacientes que, anteriormente, estavam sem opção de terapias medicamentosas. Para a vice-presidenta e gerente geral da CDD, Bruna Rocha, a notícia é uma vitória a ser celebrada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A incorporação do Romosozumabe representa o acesso a uma terapia segura e um alívio às mulheres que vivem com a Osteoporose. Há também a redução do tempo de tratamento, que somado ao maior espaçamento entre as doses, proporciona uma economia financeira. Além de auxiliar na adesão ao tratamento, visto a facilidade posológica da medicação”, afirma Bruna.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Viver com Osteoporose não precisa ser uma sentença de prisão perpétua. Existem medicamentos &#8211; assim como o Romosozumabe, que aliados a mudanças de estilo de vida, ajudam as pessoas com a patologia a desfrutarem de um estilo de vida ativo e com bem-estar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CDD está aqui para te ajudar também com conselhos e dicas sobre: quedas e fraturas, tratamento, exercícios físicos e nutrição. Tem alguma dúvida? Fale com a gente!&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conitec abre consulta pública para incorporação de Romosozumabe para osteoporose grave em mulheres pós-menopausa</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/conitec-abre-consulta-publica-para-incorporacao-de-romosozumabe-para-osteoporose-grave-em-mulheres-pos-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 16:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1841</guid>

					<description><![CDATA[A comissão recebe contribuições da sociedade para a consulta pública de Osteoporose até o dia 7 de novembro&#160; Ossos frágeis e porosos que prejudicam a estrutura óssea, aumentando o risco de fraturas. Essas são as principais características da osteoporose. A fratura no quadril pode causar dor e perda da capacidade de locomoção. Nas vértebras, pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A comissão recebe contribuições da sociedade para a consulta pública de Osteoporose até o dia 7 de novembro&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ossos frágeis e porosos que prejudicam a estrutura óssea, aumentando o risco de fraturas. Essas são as principais características da osteoporose. A fratura no quadril pode causar dor e perda da capacidade de locomoção. Nas vértebras, pode causar dor aguda e perda de mobilidade. Pessoas que têm osteoporose, nesses contextos, terão uma redução na qualidade de vida, bem-estar e autonomia. No mundo, estima-se que mais de 200 milhões de pessoas sofram com a doença. Os valores de prevalência dela em mulheres na pós-menopausa aumentam com o avanço da idade. Entre aquelas com 60 anos, a doença afeta 10%; 20% das mulheres de 70 anos; 40% das com 80 e 66% das com 90 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec abriu consulta pública para avaliar a incorporação do romosozumabe para tratamento da osteoporose grave em mulheres na pós-menopausa, acima dos 70 anos, em falha terapêutica ao padrão de tratamento atual disponível no SUS e em alto risco de fratura por fragilidade. As contribuições deverão ser enviadas até o dia 7 de novembro; para participar,<a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-68-2022-opiniao-romosozumabe"> clique aqui.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Sistema Único de Saúde, o PCDT, publicado em 2014, indica que o diagnóstico pode ser clínico em pacientes com fatores de risco e com fratura osteoporótica, além da realização de exames. Para o tratamento medicamentoso de primeira linha que consta no Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas, recomenda-se o uso de bisfosfonatos orais por cinco anos, podendo ser estendido por mais cinco anos. O pamidronato dissódico é o único injetável que o PCDT recomenda para pacientes com algum tipo de intolerância aos bifosfonatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda linha, o protocolo recomenda raloxifeno, calcitonina ou estrógenos conjugados. Em caso de falha com esses tratamentos, não há alternativas&nbsp; disponíveis no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a incorporação do romosozumabe, a Conitec divulgou um parecer preliminar desfavorável, pois considerou que &#8220;as evidências de custo-efetividade do medicamento foram insuficientes e as estimativas de impacto orçamentário, frágeis&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que dizem os especialistas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e integrante do Conselho Científico da Associação Crônicos do Dia a Dia, participou de um congresso nacional com os maiores especialistas em osteoporose, de todas as áreas médicas. O tratamento foi discutido sem nenhum viés de patrocínio, abordando&nbsp;todos&nbsp;os medicamentos usados para a melhora da massa óssea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Concordando com os trabalhos publicados, o romosozumabe é visto como uma medicação segura, muito eficaz, capaz de aumentar a massa óssea e diminuir a prevalência de fraturas vertebrais e não vertebrais em um período curto de tratamento (máximo de 1 ano). É uma droga que chamamos de dual, porque age tanto nas células que formam osso, como naquelas que removem as células já existentes. Quando comparando com as outras drogas em uso no mundo, o romosozumabe se mostra mais eficaz, e com a diminuição do número de fraturas, melhora muito a qualidade de vida dos pacientes que fazem uso&#8221;, afirma Pérola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica acrescenta que ele atua de forma diferente de todos os outros e é indicado principalmente para mulheres que, após a estratificação do risco de fratura, são consideradas de muito alto risco para quebrarem os ossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Pelo curto tempo que a medicação deve ser tomada, pelo efeito muito significativo sobre a massa óssea de todos os locais do corpo e pela diminuição do número de fraturas, pode ser considerada de muito bom custo-benefício. As fraturas evitadas diminuem os custos com cirurgia, internação, reabilitação, custos emocionais e sociais para o paciente e familiares, fazendo com que a medicação tenha um custo bem mais baixo do que todos os procedimentos citados acima&#8221;, enfatiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse contexto de melhor a qualidade de vida, para a especialista, permite que as mulheres continuem trabalhando e mantendo uma vida social dentro do esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mais um dado relevante é que essa droga é injetável no subcutâneo e aplicada uma vez por mês. É de fácil manuseio e uso, evitando todos os efeitos colaterais da medicação oral&#8221;, conclui a médica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que dizem os demandantes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda demandou a avaliação do romosozumabe, com bula aprovada pela Anvisa, para o tratamento de osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia disponível. Segundo a empresa, o medicamento, ao inibir uma proteína chamada esclerostina, promove o desenvolvimento ósseo e reduz a quebra dos ossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O remédio é tomado uma vez por mês, por meio de uma injeção. A demandante, após apresentar revisão sistemática de artigos sobre o medicamento, afirma que o romosozumabe apresenta eficácia superior a placebo, risedronato e alendronato (bisfosfonatos) em redução de fraturas vertebrais. Em comparação com o raloxifeno, o romosozumabe também resultou em redução de fraturas. Com relação à segurança, ele apresentou perfil semelhante aos outros medicamentos comparados e foi bem tolerado pelos pacientes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Posicionamento CDD</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Após avaliar os estudos citados pelos especialistas, ouvir a comunidade médica e a comunidade de pacientes, a CDD se posiciona favorável a incorporação do romosuzumabe no sistema público de saúde por ser uma terapia segura, amplamente utilizada em outros países e por cobrir um grupo de pacientes que se encontra sem opção de tratamento no atual momento. Fica evidente nos dossiês apresentados tanto pela demandante quanto pela Conitec que o tempo reduzido de tratamento somado ao maior espaçamento entre as doses também apresenta uma economia financeira com essa tecnologia. Além disso, a facilidade posológica da medicação auxilia na adesão ao tratamento, que é hoje um dos grandes entraves para a prevenção de novas fraturas para a pessoa com osteoporose.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saiba como participar da consulta pública</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública para incorporação do romosozumabe para tratamento da osteoporose grave em mulheres na pós-menopausa, acima dos 70 anos, em falha terapêutica ao padrão de tratamento atual disponível no SUS e em alto risco de fratura por fragilidade, vai até o dia 7 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar opinião sobre o assunto e participar da consulta, acesse o <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-68-2022-opiniao-romosozumabe">portal da Conitec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conitec abre consulta pública para atualização do PCDT de osteoporose</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/conitec-abre-consulta-publica-para-atualizacao-do-pcdt-de-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 16:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1855</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão recebe contribuições da sociedade para a consulta pública de Osteoporose até o dia 10 de outubro A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde abriu consulta pública para avaliar a atualização do Protocolo Clínico de Diretrizes e Tratamento da osteoporose no Brasil. As contribuições da sociedade poderão ser enviadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A Comissão recebe contribuições da sociedade para a consulta pública de Osteoporose até o dia 10 de outubro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde abriu consulta pública para avaliar a atualização do Protocolo Clínico de Diretrizes e Tratamento da osteoporose no Brasil. As contribuições da sociedade poderão ser enviadas até o dia 10 de outubro; para participar, <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-63-2022-pcdt">clique aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose é uma doença caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração do tecido ósseo com consequente aumento de fraturas, principalmente para a população acima de 50 anos. Mundialmente, uma em cada três mulheres e um em cada três homens nessa faixa etária irão ter algum tipo de fratura osteoporótica. No Brasil, estima-se que o custo anual da doença seja de 310 milhões de dólares, com 61% dos custos relacionados a perdas produtivas e 19% dos custos relacionados à hospitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de atualização do PCDT da Osteoporose é uma demanda da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos. Na documentação já estão previstas mudanças como a introdução da Portaria SCTIE/MS nº 61, de 19 de julho de 2022, que incorporou o ácido zoledrônico para pacientes com osteoporose com intolerância ou dificuldades de deglutição dos bisfosfonatos orais e leva em consideração a teriparatida para pacientes com osteoporose grave e falha terapêutica (após segunda fratura).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o protocolo não incorporou denosumabe para quem tem osteoporose grave e falha terapêutica (após segunda fratura), nem o denosumabe para o tratamento de osteoporose e doença renal crônica em estágio 4 e 5. O PCDT também exclui as apresentações injetáveis de calcitonina e o risedronato 5 mg, devido à ausência de registro sanitário, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. A Conitec divulgou um parecer preliminar favorável à atualização do Protocolo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que dizem os pacientes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Jenice Pizão tem 63 anos e foi diagnosticada com osteoporose em 2000. Após o tratamento com uma série de medicamentos, começou a fazer uso do ácido zoledrônico, com uma injeção por ano, entre 2012 e 2012, com melhora significativa, saindo da osteoporose para osteopenia. “Devido a necessidade de um implante dentário, tive que suspendê-lo. Este medicamento, tão importante para a melhora da osteoporose, pode causar necrose de mandíbula caso haja manipulação da mesma. Consegui este medicamento por meio de processo administrativo na Secretaria Estadual de Saúde de SP, pois ele não é disponibilizado pelo SUS através da Farmácia de Alto Custo”, relata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A burocracia para ter acesso ao ácido zoledrônico dificulta a vida dos pacientes, segundo Jenice: “O processo precisa ser refeito anualmente, mesmo que a médica tenha solicitado até a melhora do caso. E tem que ser realizado com exames de, no máximo, 90 dias de prazo: RX da coluna dorsal e lombossacral, densitometria óssea da coluna L5 e L4 e colo de fêmur, dosagem de cálcio na urina e no sangue, de vitamina D, de creatinina, além de relatório médico explicando com detalhes as doenças pré-existentes, a evolução da osteoporose e preenchimento pelo médico, de formulário padrão disponibilizado pelo site da Secretaria Estadual de Saúde. Imagine a dificuldade de se conseguir esses exames e relatórios, no prazo máximo de 90 dias? Penso que é pra dificultar o acesso”. A esperança é a de que esse processo seja agilizado após a atualização do PCDT de osteoporose.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que dizem os especialistas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A médica fisiatra Pérola Grinberg Plapler, diretora Técnica da Divisão de Saúde e Divisão de Medicina Física do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP afirma que a&nbsp; incorporação do ácido zoledrônico era uma grande expectativa dos médicos da área. &#8220;Pacientes com problemas gástricos, como refluxo e gastrite, pacientes que não conseguem permanecer pelo menos 30 minutos sentados após a ingesta do medicamento, além de pacientes com polifarmácia ou confusos, têm alta recomendação para usar uma medicação injetável&#8221;, considera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista também ressalta que bisfosfonatos estão muito bem indicados e resolvem grande parte das osteoporoses. A teriparatida para pacientes com osteoporose grave e falha terapêutica (após segunda fratura), na avaliação dela, era outra necessidade no tratamento da osteoporose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No entanto, o PCDT não incorpora denosumabe para quem tem osteoporose grave e falha terapêutica (após segunda fratura), nem o denosumabe para o tratamento de osteoporose e doença renal crônica em estágio 4 e 5. Isso é lamentável. O denosumabe é uma medicação segura, que pode ser considerada como primeira opção no tratamento da osteoporose e que aumenta progressivamente a massa óssea, sem entrar em um platô, como ocorre com os bisfosfonatos. É a única medicação que prescrevemos para quem já tem uma insuficiência renal, enfatiza Pérola Grinberg Plapler.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica fisiatra observa: &#8220;O cuidado que devemos ter com o denosumabe é não interromper a medicação sem introduzir uma droga antirreabsortiva imediatamente após o prazo de 6 meses, que é quando a medicação deveria ser repetida. Mesmo que o denosumabe não tivesse esses benefícios, não deveríamos abrir mão de nenhuma medicação já testada e comprovadamente eficaz no tratamento. Temos que considerar que as pessoas são diferentes e podem responder muito bem a uma medicação, mas não a outra. Se já temos várias opções, por que não lançar mão de todas, beneficiando diferentes tipos de pessoas?&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pérola concorda com a decisão de excluir as apresentações injetáveis de calcitonina e o risedronato 5 mg, devido à ausência de registro sanitário, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS na atualização do PCDT. &#8220;Ambas são muito pouco usadas. A calcitonina tem um efeito muito bom analgésico, mas não tão bom para ganho de massa óssea. A manutenção do spray nasal é suficiente na melhora da dor, não necessitando da calcitonina injetável. O risedronato de 5 mg não tem o mesmo efeito antirreabsortivo do de 35 mg e também não fará falta. Médicos e pacientes não devem se ressentir da falta desses 2 últimos&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba como participar da consulta pública</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública para atualização do PCDT de osteoporose vai até o dia 10 de outubro. Para dar opinião sobre o assunto e participar da consulta, acesse o <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-63-2022-pcdt">portal da Conitec.</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Posicionamento da CDD</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Após extenso e qualificado diálogo com pacientes, médicos especialistas e sociedades médicas a CDD declara concordar que a atualização do PCDT de osteoporose é importante e necessária e traz alguns avanços para o cotidiano da pessoa com osteoporose, entretanto ainda há espaço para melhorias, o que possibilitaria atender ainda mais pessoas com o diagnóstico no Brasil. Nesse sentido, salientamos a não inclusão de terapias importantes, como o denosumabe, que traz maior comodidade posológica para a paciente. Além disso, nesse novo PCDT, pacientes de muito alto risco estão desassistidos, sendo que já existem terapias aprovadas pela Anvisa para esses casos e para pacientes com intolerância aos bisfosfonatos. Salientamos que essas terapias não incorporadas tem um perfil seguro de uso e já foi aprovado para uso em outros países, trazendo inúmeros benefícios para pacientes, reduzindo custos indiretos ligados à patologia.</p>
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		<title>Conitec realiza consulta pública para incorporar, no SUS, ácido zoledrônico para pacientes com osteoporose</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/conitec-realiza-consulta-publica-para-incorporar-no-sus-acido-zoledronico-para-pacientes-com-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 14:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O relatório indica especificamente para pacientes que têm intolerância ou dificuldade de deglutição aos bisfosfonatos orais; saiba mais. Jenice Pizão tem 63 anos e foi diagnosticada com osteoporose em 2000. Após o tratamento com uma série de medicamentos, começou a fazer uso do ácido zoledrônico, com uma injeção por ano, entre 2012 e 2012, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O relatório indica especificamente para pacientes que têm intolerância ou dificuldade de deglutição aos bisfosfonatos orais; saiba mais.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Jenice Pizão tem 63 anos e foi diagnosticada com osteoporose em 2000. Após o tratamento com uma série de medicamentos, começou a fazer uso do ácido zoledrônico, com uma injeção por ano, entre 2012 e 2012, com melhora significativa, saindo da osteoporose para osteopenia. &#8220;Devido a necessidade de um implante dentário, tive que suspendê-lo. Este medicamento, tão importante para a melhora da osteoporose, pode causar necrose de mandíbula caso haja manipulação da mesma. Consegui este medicamento por meio de processo administrativo na Secretaria Estadual de Saúde de SP, pois ele não é disponibilizado pelo SUS através da Farmácia de Alto Custo&#8221;, relata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A burocracia para ter acesso ao ácido zoledrônico dificulta a vida dos pacientes, segundo Jenice: &#8220;O processo precisa ser refeito anualmente, mesmo que a médica tenha solicitado até a melhora do caso. E tem que ser realizado com exames de, no máximo, 90 dias de prazo: RX da coluna dorsal e lombossacral, densitometria óssea da coluna L5 e L4 e colo de fêmur, dosagem de cálcio na urina e no sangue, de vitamina D, de creatinina, além de relatório médico explicando com detalhes as doenças pré-existentes, a evolução da osteoporose e preenchimento pelo médico, de formulário padrão disponibilizado pelo site da Secretaria Estadual de Saúde. Imagine a dificuldade de se conseguir esses exames e relatórios, no prazo máximo de 90 dias? Penso que é pra dificultar o acesso&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteoporose é uma doença caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração do tecido ósseo com consequente aumento de fraturas, principalmente para a população acima de 50 anos. Mundialmente, uma em cada três mulheres e um em cada três homens nessa faixa etária irão ter algum tipo de fratura osteoporótica. No Brasil, estima-se que o custo anual da doença seja de 310 milhões de dólares, com 61% dos custos relacionados a perdas produtivas e 19% dos custos relacionados à hospitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec realiza consulta pública, até dia 25 de abril, sobre a incorporação do ácido zoledrônico para o tratamento de pacientes com osteoporose com intolerância ou dificuldades de deglutição dos bisfosfonatos orais no SUS; participe <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-16-2022-opiniao-acido">clicando aqui</a>. Ou seja, a proposta não contemplaria todos os pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jenice teve de parar de usar a medicação por causa do tratamento dentário, mas sentiu, por muito tempo, os efeitos benéficos do ácido zoledrônico. &#8220;Fiz o implante dentário e, um ano depois, fiquei monitorando a qualidade dos ossos da coluna e colo fêmur que, devido ao uso do zoledronato por três anos, teve uma melhora significativa. Assim, pude ficar usando somente o cálcio com magnésio e vitamina D até 2018&#8221;, lembra. Ela defende a incorporação do medicamento no SUS: &#8220;Sem dúvidas precisamos urgentemente que os exames (densitometria óssea) e o medicamento sejam disponibilizados sem dificuldade pelo SUS, afinal todos nós pagamos com os impostos para que o Sistema Único de Saúde funcione bem. Precisamos controlar melhor os desvios de recursos. No meu caso deu certo pois consegui os exames de forma mais ágil pelo convênio médico&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório disponibilizado pela <a href="http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2022/20220401_Relatorio_CP_16_Acido_Zoledronico_Osteoporose.pdf">Conitec</a>, os bisfosfonatos orais são conhecidos por causar efeitos adversos no trato gastrointestinal superior, e dificuldades em relação à adesão ao tratamento para pacientes que são intolerantes ou possuem algum tipo de dificuldade de deglutição, assim para esta subpopulação de pacientes, o uso de bisfosfonatos intravenosos estaria indicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como opções disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme PCDT vigente para osteoporose, além dos bisfosfonatos orais (alendronato e risedronato) é listado o uso de pamidronato, o qual é não aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para o tratamento de pacientes com osteoporose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, o ácido zoledrônico (ZOL) atende a todos os requisitos, tem potencial não inferioridade de efetividade frente aos bisfosfonatos orais, assim como substituir o uso do pamidronato, ainda segundo o documento disponível para a sociedade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saiba como participar da consulta pública</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública voltada para a incorporação do ácido zoledrônico para o tratamento de pacientes com osteoporose com intolerância ou dificuldades de deglutição dos bisfosfonatos orais no SUS vai até o dia 25 de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec recebe contribuições e opiniões de toda a sociedade, que pode concordar ou não com o parecer da comissão. Para dar opinião sobre o assunto e participar da consulta, acesse o <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sctie-n-16-2022-opiniao-acido">portal da Conitec, no link direto</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Avaliação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os membros do Plenário da Conitec, em sua 106ª Reunião Ordinária, realizada no dia 10 de março de 2022, deliberaram por unanimidade que a matéria fosse disponibilizada em Consulta Pública com recomendação preliminar desfavorável à incorporação do ácido zoledrônico para o tratamento de pacientes com osteoporose com intolerância ou dificuldades de deglutição dos bisfosfonatos orais no SUS. Foram levados em consideração a ausência de critérios objetivos para definição de intolerância aos bisfosfonatos orais ou dificuldade de deglutição; a não superioridade do ácido zoledrônico em relação aos comparadores e seu custo elevado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fundamental</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nos argumentos apresentados, a CDD se posiciona de maneira favorável a incorporação do ácido zoledrônico para o tratamento de pacientes com osteoporose com intolerância ou dificuldades de deglutição dos bisfosfonatos orais no SUS, por aumentar as opções de tratamento comprovadamente eficazes e a possibilidade de adesão ao tratamento pelos pacientes.</p>
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		<title>5 dicas para ajudar a tratar e prevenir a Osteoporose</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/5-dicas-para-ajudar-a-tratar-e-prevenir-a-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 15:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O check-up médico deve ser feito cedo e com frequência Uma peça chave no tratamento e prevenção da osteoporose é conhecer a densidade e a qualidade de seus ossos. Se você não tem risco extra de osteoporose, deve começar a fazer cintilografias ósseas aos 65 anos se for mulher e 70 se for homem.&#160; As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O check-up médico deve ser feito cedo e com frequência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma peça chave no tratamento e prevenção da osteoporose é conhecer a densidade e a qualidade de seus ossos. Se você não tem risco extra de osteoporose, deve começar a fazer cintilografias ósseas aos 65 anos se for mulher e 70 se for homem.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recomendações padrão nos Estados Unidos são que todas as mulheres na pós-menopausa com um ou mais fatores de risco para osteoporose com 65 anos de idade ou mais recebam uma triagem. Os fatores de risco incluem mãe ou pai com história prévia de osteoporose, uso prolongado de glicocorticóides (esteróides) ou osteoporose conhecida diagnosticada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Obtenha o tipo certo de cálcio e vitaminas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Obter o tipo certo de cálcio e vitaminas pode ajudar a sustentar os ossos e dar-lhes os nutrientes certos para permanecerem fortes. Geralmente recomendamos as seguintes doses de Cálcio e Vitamina D:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cálcio: 1200 mg por dia</li>



<li>Vitamina D: 1000 – 2000 UI diariamente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Por favor, note – mulheres com mais de 50 anos de idade muitas vezes devem tomar maiores quantidades de cálcio e vitamina D diariamente do que as quantidades recomendadas pela National Osteoporosis Foundation. Essa decisão deve ser individualizada para as necessidades exclusivas de cada paciente.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Exercício</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O exercício é uma ótima ferramenta para ajudar a fortalecer os ossos. O exercício não requer roupas novas ou equipamentos caros. Você pode passear com o cachorro com mais frequência, estacionar mais longe da loja, encontrar um amigo para se exercitar com você e aumentar sua tolerância ao exercício gradualmente. Alguns exercícios são melhores que outros para seus ossos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que você encontre estratégias de prevenção de quedas, principalmente se tiver mais de 65 anos de idade – mesmo se você achar que seu equilíbrio é ótimo. Melhorar o equilíbrio é um compromisso para toda a vida (e possivelmente divertido).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de yoga suave, pilates e outros programas de exercícios, que sejam destinados a melhorar a densidade óssea, flexibilidade, postura, equilíbrio, alinhamento esquelético, condicionamento aeróbico e o tamanho do músculo pode reduzir o risco de quedas. Esses exercícios têm o duplo benefício de fortalecer os ossos e melhorar o equilíbrio. Reduzir o risco de queda pode ajudar a anular os efeitos nocivos da osteoporose, como a fratura do quadril.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sair de casa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao sair e passar algum tempo ao sol, seu corpo aumentará sua produção de vitamina D. É importante lembrar-se do protetor solar para proteger sua pele, mas apenas 10 a 15 minutos por dia podem ajudar a aumentar sua vitamina D. Além disso, você pode adicionar um pouco de exercício leve ao seu tempo ao ar livre e ajudar a construir esses ossos fortes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Encontre o tipo certo de médico se precisar de medicação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Se você achar que precisa começar a tomar medicação para sua osteoporose, é muito importante encontrar o médico certo para ajudar a orientar sua medicação. Existem muitas opções disponíveis para você e seu médico poderá ajudar a decifrar qual é a melhor para sua condição.</p>
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