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	<title>Saúde Mental &#8211; CDD &#8211; Crônicos do Dia a Dia</title>
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	<title>Saúde Mental &#8211; CDD &#8211; Crônicos do Dia a Dia</title>
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		<title>Janeiro branco, saúde mental e doenças crônicas</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/janeiro-branco-saude-mental-e-doencas-cronicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 17:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[‘Saúde na Roda’ discute intersecção entre depressão, ansiedade e outras questões psíquicas nesse contexto
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A campanha Janeiro Branco tem a pretensão de disseminar as discussões e conscientização sobre saúde mental não só neste mês, mas ao longo do ano. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano de pandemia de covid-19, por exemplo. Uma pesquisa do Instituto Ipsos indica que a saúde mental é a segunda maior preocupação do brasileiro, apontada por 49% dos entrevistados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise da psiquiatra Flavia Puppi, formada pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, é preciso educar para a saúde mental desde a tenra idade. “A gente precisa fazer um trabalho desde a infância e adolescência para que eles aprendam o que é saúde mental. Assim como a gente leva ao pediatra. A saúde mental ainda é muito negligenciada no Brasil”, diz. A especialista no atendimento de transtornos de ansiedade, depressivos e de humor ressalta que nós precisamos aprender a nomear os nossos sentimentos para identificar as emoções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto das doenças crônicas, as pessoas necessitam fazer uma transformação pessoal diante dos diagnósticos: seja na dinâmica das relações com familiares e amigos, nos hábitos alimentares, na rotina de exercícios físicos e no acompanhamento com profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vejo que, diante dos diagnósticos de quaisquer doenças crônicas, a pessoa está diante da ansiedade, que é o medo do desconhecido, e a tristeza, muitas vezes pelas situações incapacitantes que cada caso pode apresentar, e que pode colocar a pessoa diante da depressão. É preciso desenvolver esse olhar atento em relação às consequências também da saúde mental”, afirma a psicóloga Camila Tuchlinski, apresentadora do Saúde na Roda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja nas doenças respiratórias, cardíacas, neurológicas, de pele, não são raros os casos de comorbidades como depressão e ansiedade. Aqueles que têm diagnósticos que trazem prejuízos à qualidade de vida, as atividades do dia a dia e as relações interpessoais precisam cuidar da saúde mental também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como diagnósticos de doenças crônicas fazem intersecção com questões psiquiátricas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe a edição do Saúde na Roda sobre Janeiro Branco, saúde mental e doenças crônicas. A apresentadora e psicóloga Camila Tuchlinski e o fundador das ongs AME e CDD receberam a psiquiatra Flavia Puppi, formada pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, e especializada no atendimento de transtornos de ansiedade, depressivos e de humor.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://cdd.org.br/2023/01/12/"></a></p>
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		<item>
		<title>Sem investimento, acesso à saúde mental pelo SUS passa por longas filas</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/sem-investimento-acesso-a-saude-mental-pelo-sus-passa-por-longas-filas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 17:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Desmonte de políticas públicas precariza serviços de saúde mental, que já foram exemplo internacional, e impõe barreiras ao tratamento psiquiátrico pelo SUS]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A redatora Priscila Raabe, 28 anos, buscou atendimento psicológico pelo SUS no início de setembro de 2020, quando notou um agravamento na&nbsp;<a href="https://cdd.org.br/saude-mental/depressao/">depressão</a>&nbsp;– até ali não diagnosticada. Ela foi até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Águas de Lindoia, cidade do interior de São Paulo onde mora. “Passei com um clínico de plantão, que me encaminhou para psicólogo e psiquiatra e, em menos de cinco minutos de consulta, me receitou um remédio tarja preta”, relata Priscila. Mais de dois anos se passaram e ela ainda não teve consulta com os especialistas pelo SUS. “Na época, me falaram que havia cerca de 200 pessoas na fila”, lembra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso aos serviços de saúde mental oferecidos pelo SUS se dá justamente através da atenção primária, nas UBS, onde os médicos de saúde da família recebem apoio de especialistas para acompanhar o paciente, dependendo do caso. Mas a falta de investimentos nos últimos anos criou barreiras para quem precisa de atendimento, como explica o psiquiatra Deivisson Vianna, coordenador do grupo temático de saúde mental da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de 2020, o governo Bolsonaro&nbsp;<a href="https://radis.ensp.fiocruz.br/index.php/home/noticias/saude-da-familia-perde-modelo-do-nasf">extinguiu</a>&nbsp;o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), composto por vários profissionais (incluindo psicólogos e psiquiatras) que integravam as equipes da atenção primária para que problemas de saúde mental fossem atendidos já nas UBS. Os gestores municipais passaram a ser responsáveis por definir quais especialistas entram nas equipes multidisciplinares de apoio à atenção básica, sem seguir um parâmetro nacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O NASF possibilitava, quando necessário, prescrever medicamentos no próprio posto de saúde. Especialistas iam até os ambulatórios para tirar dúvidas. Acabando com esse apoio, aumenta o número de casos que poderiam ter sido tratados na atenção primária, mas agora são encaminhados para especialistas, lotando as filas”, lamenta Vianna.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pesquisas-apontam-aumento-nos-casos-de-depressao-no-brasil/">11% dos brasileiros</a>&nbsp;já receberam o diagnóstico de depressão alguma vez na vida. “Essa é uma prevalência alta, que precisa ser tratada e acompanhada também pela atenção primária. Nem mesmo um grande número de ambulatórios especializados daria conta”, afirma o médico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desmonte do NASF é recente, mas a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), como é chamada a política nacional de saúde mental que integra vários serviços, enfrenta problemas há mais tempo. Instituída em 2011, a RAPS não teve o financiamento reajustado desde então. “Sustentar essa rede tornou-se quase inviável. Só os municípios maiores e mais ricos conseguem ter uma rede mais diversificada, até com consultórios na rua”, afirma Vianna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A RAPS é composta por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)</strong>, onde são acompanhados os casos mais graves do ponto de vista psiquiátrico</li>



<li><strong>Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT)</strong>, onde residem pessoas com transtornos mentais graves</li>



<li><strong>Centros de Convivência e Cultura</strong>, que promovem formas de reinserção social a partir do trabalho</li>



<li><strong>Unidades de Acolhimento (UA)</strong>, onde podem ficar pessoas com dependência química que se afastaram do círculo familiar</li>



<li><strong>&nbsp;Leitos de atenção integral</strong>, que podem estar situados em Hospitais Gerais ou nos chamados CAPS II.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses serviços, porém, não são bem distribuídos pelo país. “Infelizmente, grande parte das cidades não têm a maioria desses equipamentos. Na década de 1990, havia cerca de 100 CAPS no Brasil inteiro. Em 2015, esse número chegou a 3 mil, mas a partir daí não houve expansão nenhuma da rede”, explica o psiquiatra. “Todo o ganho de 20 anos dessa política de estado, que era frequentemente citada pela OMS como exemplo de política pública em saúde mental, foi descontinuado”, lamenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Priscila deu entrada no pronto-socorro em 24 de setembro de 2020, após uma tentativa de suicídio. “Não tive nenhum tipo de acolhimento e tampouco suporte para tratamento psicológico. Desde então, nunca me contataram”, relata. “Consegui arcar com o custo do tratamento particular com a ajuda da família e retomei o controle da minha vida. Mas sei que, se dependesse do SUS, a história talvez fosse diferente”, revela</p>



<h5 class="wp-block-heading">Fatores de risco exigem cuidado multidisciplinar</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas indicam que pessoas com doenças crônicas têm&nbsp;<a href="https://cdd.org.br/noticia/saude-mental/doenca-cronica-risco-suicidio/">maior risco</a>&nbsp;de suicídio. “Quando o comportamento suicida envolve vários fatores, não dá para simplesmente prescrever medicamentos. Às vezes, é preciso fazer um controle mais adequado da doença crônica”, explica Vianna. Em outras situações, a família não aceita a enfermidade, o que abala a saúde mental do paciente. Há ainda casos em que a doença dificulta a sustentabilidade financeira, um fator importantíssimo para o bem-estar. “Aí a rede de assistência social precisa ser acionada”, complementa o especialista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o psiquiatra, essas situações reforçam a necessidade de articular o cuidado a partir da atenção básica, pensando não apenas na pessoa acometida pela depressão mas em toda a rede de convívio que a cerca. “Saúde é investimento social. O primeiro passo é recompor o orçamento do Ministério da Saúde”, argumenta.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading">Serviço online é opção em locais com estrutura</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento psicológico através de consultas pela internet pode ser uma alternativa. “Os municípios com maior capacidade organizativa já montaram serviços de atendimento online no campo da saúde mental”, afirma Vianna. Em Curitiba (PR), por exemplo, a maior parte dos atendimentos do ambulatório de psicologia é virtual. “Só que os municípios fizeram isso por conta própria, não houve nenhuma política federal de fomento a esse tipo de ação”, destaca o médico.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio de forma gratuita. É possível acessar o&nbsp;<a href="https://www.cvv.org.br/chat/">chat</a>&nbsp;ou, então, discar&nbsp;<strong>188</strong>.</p>
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			</item>
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		<title>Saiba tudo sobre Saúde Mental</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/saiba-tudo-sobre-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 14:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, ao falarmos o nome de doenças como esquizofrenia, depressão, ansiedade ou de temas como o suicídio, a imagem que vem à mente da maioria da população é a de pessoas incapazes de viver socialmente, violentas, desesperadas e tristes. No entanto, essas doenças estão muito próximas de todos nós e as pessoas que convivem com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, ao falarmos o nome de doenças como esquizofrenia, depressão, ansiedade ou de temas como o suicídio, a imagem que vem à mente da maioria da população é a de pessoas incapazes de viver socialmente, violentas, desesperadas e tristes. No entanto, essas doenças estão muito próximas de todos nós e as pessoas que convivem com esses diagnósticos podem ter uma vida saudável se soubermos como tratar adequadamente cada uma dessas condições, lembrando que, antes de tudo, existe ali uma pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento precoce e contínuo na saúde mental leva a melhores resultados, como menos internações hospitalares e maior participação social. No entanto, muitas vezes, o diagnóstico é demorado porque as pessoas sentem vergonha de seus sintomas e custam a procurar atendimento. Isso se deve também ao preconceito, que acaba fazendo com que pessoas com diagnósticos como depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia se isolem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que 322 milhões de pessoas no mundo têm depressão. Só no<em>&nbsp;Brasil, 11,5 milhões de pessoas estão diagnosticadas com depressão, o equivalente a 5,8% da população</em>. Nosso país também tem a maior prevalência de ansiedade no mundo: 9,3%. Não por acaso, a OMS apresenta a depressão como a doença mental mais incapacitante do mundo até 2020.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Esquizofrenia</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A esquizofrenia é uma doença mental que afeta a forma como as pessoas pensam, sentem e percebem o mundo. O sintoma característico da esquizofrenia é a psicose, como a experiência de alucinações auditivas (vozes) e delírios (crenças falsas fixas).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Depressão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O transtorno depressivo tem um potencial significativo de morbidade e mortalidade, contribuindo para o suicídio, a incidência e os resultados adversos de doenças médicas, a interrupção das relações interpessoais, o abuso de substâncias e o tempo de trabalho perdido. Em pesquisa realizada durante 2009-2012, 7,6% dos americanos com 12 anos ou mais tiveram depressão (sintomas depressivos moderados ou graves). A depressão foi mais prevalente entre mulheres com idade entre 40 e 59 anos. Com o tratamento adequado, 70-80% dos indivíduos com transtorno depressivo maior podem alcançar uma redução significativa nos sintomas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Que tal recomeçar?</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/que-tal-recomecar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando você sai do seu emprego, quando termina um relacionamento, quando muda de moradia…todas essas situações nos fazem recomeçar. E, por vezes, é doloroso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Eu poderia citar aqui inúmeras canções que falam sobre recomeço, mas vou ficar em duas. Ivan Lins cantou ‘<a href="https://www.youtube.com/watch?v=xfDTJkBiehQ">Começar De Novo</a>‘ e o conjunto Roupa Nova entoou ‘<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Eud7lMskEMo">De Volta ao Começo</a>‘. Ambas falam sobre as sensações de ter de mudar algo em nossas vidas ou alterar o rumo das nossas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você sai do seu emprego, quando termina um relacionamento, quando muda de moradia…todas essas situações impõem um recomeço. E, por vezes, é doloroso. É frustrante. É desgastante. Essas emoções são intensas em um primeiro momento e vão ‘desaguando’, bem aos pouquinhos, à medida que a gente se adapta às novas configurações de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode não ser tão fácil se recolocar no mercado de trabalho, mas você já pensou em arriscar outra área totalmente diferente. Por duvidar da gente mesmo, nos privamos de experimentar coisas novas, inclusive uma carreira que, aparentemente, seria inusitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nos relacionamentos amorosos, como recomeçar? Se não for possível, já experimentou passar um tempo com você mesmo? Te levar para passear, escolher um filme ‘lado B’, sair para dar umas risadas e conhecer novas pessoas? ‘Ah, Camila, mas isso parece muito difícil’. É como dar o primeiro passo. Entendo que, normalmente, temos receio do que não vivemos, porém, a espontaneidade do viver pode te surpreender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou, se você descobriu um diagnóstico de alguma doença crônica, por exemplo, ou outra que pode mudar a sua leitura de mundo, inevitavelmente será obrigado a ressignificar diversas coisas. E arrisco dizer: re-co-me-çar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se eu falo recomeçar, a impressão que posso passar é a de ‘reconstrução de uma réplica’. Ledo engano! Por mais perfeita que uma cópia seja, não é a original. E que bom. Recomeçar é a oportunidade de buscar melhorias, de se autoconhecer, de encontrar um novo olhar sobre si (e sobre o outro também). Que em 2023 você tenha amor para recomeçar com você mesmo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Excesso de trabalho pode causar danos à saúde física e mental</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/excesso-de-trabalho-pode-causar-danos-a-saude-fisica-e-mental-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 16:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1413</guid>

					<description><![CDATA[Estudo relaciona longas jornadas de trabalho a doenças cardiovasculares. Quase 9% da população mundial trabalha além do recomendado pela Organização Internacional do Trabalho ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em junho de 2022, um grupo de mais de 70 empresas britânicas começou a testar um novo modelo de trabalho em seus escritórios: a semana de quatro dias. O&nbsp;<a href="https://www.4dayweek.com/news-posts/uk-four-day-week-pilot-mid-results">projeto</a>&nbsp;<em>The 4-Day Week&nbsp;</em>surgiu na esteira de um&nbsp;<a href="https://www.4dayweek.com/">movimento&nbsp;</a>que já se desenrolava globalmente para a redução das jornadas como medida de prevenção de problemas de saúde mental relacionados ao serviço e como tentativa de aumentar a produtividade. Na&nbsp;<a href="https://forbes.com.br/carreira/2022/01/empresas-adotam-semana-de-trabalho-de-quatro-dias/">Islândia</a>, por exemplo, cerca de 85% dos trabalhadores já podem optar por trabalhar quatro dias por semana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com um&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160412021002208">estudo&nbsp;</a>desenvolvido a partir de uma parceria inédita entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2016 quase 9% da população global – um número equivalente a 488 milhões de pessoas – trabalhava em excesso, cumprindo jornadas de 55 horas semanais ou mais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a OIT determine que o expediente não ultrapasse oito horas diárias e 48 horas semanais, a legislação varia de país para país. Desde 1935, a entidade&nbsp;<a href="https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---americas/---ro-lima/---ilo-brasilia/documents/publication/wcms_229714.pdf">incentiva</a>&nbsp;que as nações implementem jornadas de até 40 horas semanais, porém os dados daquele estudo demonstram que, entre 2010 e 2016, a prevalência de trabalhadores expostos a jornadas extensas aumentou. E essa tendência deve seguir nos próximos anos, devido ao maior número de pessoas em regime informal, às incertezas no mercado e aos novos arranjos laborais – como o teletrabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto na saúde é enorme. A pesquisa alertou para o fato que quase 400 mil mortes causadas por derrames em 2016 e 350 mil por infarto poderiam ser atribuídas à exposição a jornadas de trabalho muito longas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso por causa do estresse psicossocial causado pelas jornadas extensas. Segundo os pesquisadores, o estresse crônico provoca a liberação excessiva de hormônios que desregulam o sistema cardiovascular. O impacto também pode ser indireto: para aliviar a tensão, o trabalhador acaba caindo em hábitos como o uso de tabaco e álcool, sedentarismo e má alimentação. Ou ele deixa de dormir adequadamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jornadas extensas no expediente, contudo, não são o único fator de risco para as chamadas doenças ocupacionais. “O excesso de trabalho é uma nomenclatura subjetiva, porque o que se apresenta como excesso para um indivíduo pode não ser para outro”, explica a médica Rosylane Rocha, presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT). “Devemos valorizar a qualidade de vida no trabalho, que perpassa três dimensões: organização, condições e relacionamento socioprofissional”, completa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rosylane exemplifica os problemas de gestão mais comuns: sobrecarga, acúmulo de funções, falta de pausas e metas inalcançáveis, além da falta de infraestrutura e exposição a riscos, como produtos tóxicos. Até mesmo um trabalho de escritório pode ter impactos no corpo para além do estresse, em função da falta de ergonomia e das longas horas sem movimentação. “Algumas das doenças ocupacionais recorrentes são distúrbios osteomusculares, que acometem as articulações e a coluna vertebral”, afirma Rosylane. “Já em relação à saúde mental, transtornos como depressão, ansiedade, síndrome do pânico podem ter alguma relação com o trabalho.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pandemia de covid-19, o controle das horas cumpridas pelo funcionário em regime de teletrabalho se tornou uma tarefa mais difícil. “No&nbsp;<em>home office</em>, muitas vezes os trabalhadores lidam com outras demandas, como afazeres domésticos e familiares, o que pode aumentar a sensação de sobrecarga e cansaço. Além disso, nem sempre o trabalhador tem estrutura adequada em casa para um bom desempenho, o que aumenta a exaustão”, argumenta a médica.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Cortando os excessos</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Por enquanto, os&nbsp;<a href="https://www.forbes.com/sites/alexledsom/2022/09/26/four-day-work-week-going-well-in-uk-study-says/?sh=511e9ac4d76d">resultados</a>&nbsp;das empresas britânicas participantes daquele projeto&nbsp;<em>The 4-Day Week Global&nbsp;</em><a href="https://forbes.com.br/carreira/2022/12/estudo-tem-resultados-encorajadores-sobre-semana-de-trabalho-de-quatro-dias/">são positivos</a>: a semana reduzida parece manter, ou até aumentar, o nível de produtividade dos trabalhadores. Nesse período de teste, a viabilidade do projeto é avaliada em um estudo conduzido pelas universidades de Oxford e Cambridge, junto com o Boston College, dos EUA.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a redução da jornada é só uma das medidas possíveis para criar um ambiente de trabalho saudável. Estratégias mais consolidadas, como dispor de um médico de trabalho, já são obrigações das empresas. “Os serviços de saúde ocupacional devem identificar e reduzir os riscos ocupacionais, realizar exames ocupacionais periódicos nos funcionários, estabelecer e acompanhar o tratamento de trabalhadores que apresentem doenças ocupacionais, ou então encaminhá-los a outros profissionais”, explica Rosylane.&nbsp; No caso de transtornos mentais, por exemplo, é possível que o médico do trabalho encaminhe para um psiquiatra.</p>



<h5 class="wp-block-heading">O burnout</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das consequências da exaustão que ganharam destaque é o&nbsp;<strong>burnout</strong>, condição também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, que afeta tanto a saúde mental quanto física. De acordo com um levantamento da International Stress Management Association (ISMA), estima-se que ele afete cerca de&nbsp;<a href="https://www.ismabrasil.com.br/?obj=site&amp;con=faq&amp;con=faq&amp;q=segundo+">30</a>% dos trabalhadores brasileiros.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo “burnout” surgiu nos anos 1970,&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK279286/#:~:text=Possible%20causes%20include%20feeling%20either,at%20the%20root%20of%20it.">criado</a>&nbsp;pelo psicólogo norte-americano Herbert Freudenberger. Inicialmente, a classificação foi utilizada para nomear o resultado do estresse crônico nas “profissões do cuidado”, como é o caso de médicos e enfermeiros. Hoje, o burnout é considerado um fenômeno ocupacional pela OMS, não se restringindo às profissões originais. Em 2022, ele foi&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2022/01/11/sindrome-de-burnout-e-reconhecida-como-doenca-ocupacional-veja-o-que-muda-para-o-trabalhador.ghtml">incluído</a>&nbsp;na Classificação Internacional de Doenças (CID), o que significa que o funcionário passa a ter direito a licença médica caso desenvolva a condição.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O burnout é um fenômeno ocupacional, e não uma doença em si.&nbsp; Segundo a OMS, é entendido como um dos fatores que levam as pessoas a buscarem um serviço de saúde”, explica Rosylane.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading">Os sintomas do burnout</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde fez uma lista – lembre-se de que isso deve estar relacionado ao trabalho:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cansaço excessivo, físico e mental</li>



<li>Dor de cabeça frequente</li>



<li>Alterações no apetite</li>



<li>Insônia</li>



<li>Dificuldades de concentração</li>



<li>Sentimentos de fracasso e insegurança</li>



<li>Negatividade constante</li>



<li>Sentimentos de derrota e desesperança</li>



<li>Sentimentos de incompetência</li>



<li>Alterações repentinas de humor</li>



<li>Isolamento</li>



<li>Fadiga</li>



<li>Pressão alta</li>



<li>Dores musculares</li>



<li>Problemas gastrointestinais</li>



<li>Alteração nos batimentos cardíacos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para fazer o diagnóstico pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde indica buscar atendimento na Rede de Atenção Psicossocial, acessada inicialmente a partir dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual a importância da saúde mental para a nossa vida?</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/qual-a-importancia-da-saude-mental-para-a-nossa-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 16:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Que prazer começar esta coluna neste espaço, convidando todes que quiserem refletir mais sobre nossas emoções, comportamentos, as relações com as outras pessoas e com a sociedade. Pensei muito sobre o que gostaria de escrever nesse primeiro texto e decidi colocar em questão o porquê de, quase sempre, negligenciarmos a tal da saúde mental. Quando [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Que prazer começar esta coluna neste espaço, convidando todes que quiserem refletir mais sobre nossas emoções, comportamentos, as relações com as outras pessoas e com a sociedade. Pensei muito sobre o que gostaria de escrever nesse primeiro texto e decidi colocar em questão o porquê de, quase sempre, negligenciarmos a tal da saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando estamos com dor no estômago, procuramos um gastroenterologista. Se estamos com hipertensão, buscamos um cardiologista. As mulheres vão ao ginecologista para cuidar de sua saúde; os homens, ao urologista. As crianças passam no pediatra, os adolescentes no hebiatra e os idosos no geriatra. Existe uma infinidade de especialistas para cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quando estamos tristes, ansiosos, preocupados em demasia: quem irá nos defender, ajudar? O centro das nossas emoções está no sistema límbico, que fica no cérebro. Assim como coração, intestino e outros, é um órgão que merece a nossa atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, os psiquiatras, que são médicos que se especializaram em questões da mente, são procurados e ajudam a minimizar os sintomas através da medicação. Porém, quase sempre, situações complexas de vida não são elaboradas apenas tomando um comprimido. É preciso mais: psicoterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por vezes, nos sentimos deprimidos por um objetivo que não foi alcançado, pela morte de alguém ou o rompimento de uma relação, a perda do emprego, por exemplo. Há pessoas que não conseguem voltar às atividades diárias. Há quem se sinta impossibilitado de encerrar ciclos para que outros comecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, como a sociedade trabalha com ‘tempo’, não nos permitimos entrar em contato com as emoções em sua integralidade. Reconhecer-se vulnerável não é confortável, eu sei. Mas é, acima de tudo, um ato de coragem. É a capacidade de enxergar que você não está no controle das situações sempre. Mas é possível encará-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando comecei o trabalho em Psicologia, há alguns anos, pensava ser óbvio para as pessoas procurarem ajuda emocional. Não é. E por uma série de razões que vou expor ao longo dos próximos textos. Ainda temos um longo trabalho pela frente, como seres humanos e sociedade, para convencer as pessoas sobre a importância da saúde mental para as nossas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como nos sentimos motivados para ir atrás dos sonhos, se não refletirmos sobre nossas habilidades? Como seremos capazes de entender o outro, se não nos entendemos ou exercitamos a empatia? Como dizer adeus para um ente querido que se foi e transformar a dor em saudade? Como elaborar a realidade de uma vida que se impõe diante de uma nova circunstância ou um diagnóstico de doença crônica, por exemplo? Estar com a saúde mental em dia é dar um passo importante em direção a si mesmo.</p>
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			</item>
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		<title>Iniciativas de atendimento psicológico durante a pandemia</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/iniciativas-de-atendimento-psicologico-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 16:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O isolamento social alterou nossa forma de trabalhar, estudar, fazer compras, aproveitar o tempo livre&#8230; e cuidar da saúde mental. As atividades presenciais ainda não voltaram 100%, o que afeta nossa relação com o outro e com nós mesmos. Nesse cenário, a ajuda terapêutica profissional pode ajudar, ainda que à distância, a lidar melhor com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O isolamento social alterou nossa forma de trabalhar, estudar, fazer compras, aproveitar o tempo livre&#8230; e cuidar da <a href="https://cddhomolog.puntocomunicacao.com.br/saude-mental/depressao/">saúde mental</a>. As atividades presenciais ainda não voltaram 100%, o que afeta nossa relação com o outro e com nós mesmos. Nesse cenário, a ajuda terapêutica profissional pode ajudar, ainda que à distância, a lidar melhor com os efeitos psicológicos da quarentena estendida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atentos a esta demanda, grupos em todo o Brasil se propõem a acolher quem precisa de apoio psicológico, em momentos de emergência ou de forma recorrente. Conheça algumas iniciativas online:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Atendimento psicológico e serviços direcionados ao público adulto em geral</strong></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>CREARE – Plataforma de Acolhimento Psicológico</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Estudos, Pesquisas e Ações em Psicologia de Orientação Psicodramática (CREARE) reuniu uma equipe de 70 psicólogos disponíveis para acolhimento voluntário, de diferentes abordagens e diversas partes do país. O cliente agenda seu atendimento a partir de uma lista informativa acerca dos profissionais participantes (incluindo foto, abordagem e disponibilidade de horários). Destaque à possibilidade de atendimentos na Língua Brasileira de Sinais &#8211; LIBRAS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://sites.google.com/view/grupocreare/">https://sites.google.com/view/grupocreare/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Projeto Seja Luz</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Criado pela psicóloga araçatubense Laís Messias dos Santos, o projeto conta com uma página no Instagram com o contato de mais de quarenta profissionais voluntários cadastrados. Depois do primeiro atendimento, o psicólogo escolhido avaliará a necessidade ou não de mais sessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/projetosejaluz.ata/">https://www.instagram.com/projetosejaluz.ata/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Liga Nacional de Atendimento Psicológico Social Online</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um grupo de psicólogas e psicólogos oferece atendimento psicoterapêutico online e em Libras para quem estiver sofrendo com o isolamento. A iniciativa conta com uma lista de voluntários separados por região e possibilita que o cliente escolha por quem deseja ser atendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://docs.google.com/document/d/18Tyw3klJjLS8-DvCCseZBvCG5nk-9ezvhUI_tcrU0V0/edit">https://docs.google.com/document/d/18Tyw3klJjLS8-DvCCseZBvCG5nk-9ezvhUI_tcrU0V0/edit</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Plantão Psicológico Online: Núcleo de Fenomenologia Crítica do Instituto Sapientiae</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na plataforma, o cliente acessa aos horários de plantão disponíveis e a partir deles, conecta-se à uma sala virtual para a realização dos atendimentos. Caso o psicólogo plantonista esteja em atendimento, o paciente entrará automaticamente em uma fila virtual e será atendido assim que houver um profissional disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesso aos horários disponíveis: <a href="https://bit.ly/2RAzu1R" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bit.ly/2RAzu1R</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Experiência de Escuta</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais voluntários qualificados oferecem escuta e acolhimento para a população em sessões de 30 minutos. O serviço não tem fins terapêuticos, sendo um espaço de escuta para quem precisa desabafar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.experienciadeescuta.com.br/">https://www.experienciadeescuta.com.br/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Centro de Valorização da Vida</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O CVV trabalha com apoio emocional e prevenção do suicídio e atende qualquer pessoa que precise conversar, anonimamente. Disponível no número 188 por meio do site.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cvv.org.br/">https://www.cvv.org.br/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">PAP(o) – Plantão de Acolhimento Psicanalítico online</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Realizados pelo coletivo &#8220;Café Barromeano&#8221;, os atendimentos gratuitos são realizados de segunda à sexta para um momento de crise ou urgência subjetiva, de uma a cinco sessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inscrição pelo formulário: <a href="https://www.cafeborromeano.com.br/atividades" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.cafeborromeano.com.br/atividades</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Varandas Terapêuticas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, proposto pelo Instituto Gerar, busca oferecer apoio e incentivar reflexões a partir de grupos online de escuta, mediados por psicanalistas. O pagamento é voluntário e os interessados devem entrar em contato via endereço eletrônico, informando os horários de preferência para as reuniões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://institutogerar.com.br/clinica-instituto-gerar/#varandas-terapeuticas">https://institutogerar.com.br/clinica-instituto-gerar/#varandas-terapeuticas</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Atendimento psicológico e serviços direcionados a mulheres</strong></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Escutação – Cruzando Histórias</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto oferece sessões únicas para escuta qualificada de mulheres em situação de violência e pessoas que desejam receber orientação quanto à carreira. Ressalta-se que, para determinados casos, há a possibilidade de realização da chamada &#8220;Psicoterapia Breve&#8221; com duração de quatro sessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cruzandohistorias.org/">https://www.cruzandohistorias.org/</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atendimento psicológico e serviços direcionados ao público LGBTQIA+</strong></h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Rainbow Psicologia</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma oferece a conexão de profissionais de psicologia à comunidade LGBT+. Os interessados devem realizar o cadastro online e aguardar que um dos profissionais o contatem para agendamento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-rainbow-psicologia-lgbt wp-block-embed-rainbow-psicologia-lgbt"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="vIVJZ3Qgpj"><a href="https://rainbowpsicologia.com.br/agendamento/">Solicitar terapia</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Solicitar terapia&#8221; &#8212; Rainbow Psicologia LGBT+" src="https://rainbowpsicologia.com.br/agendamento/embed/#?secret=zsuqu3myKc#?secret=vIVJZ3Qgpj" data-secret="vIVJZ3Qgpj" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Plantão Psicológico – ONG Eternamente Sou</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dedicado ao acolhimento de pessoas LGBT+ com mais de 50 anos, o projeto oferece opções de atendimento via chamadas de voz, mensagens de texto ou videochamadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eternamentesou.org/atendimento-psicologico/">https://eternamentesou.org/atendimento-psicologico/</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atendimento psicológico e serviços direcionados a migrantes, refugiados e indocumentados</strong></h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Projeto Ponte – Instituto Sedes Sapientiae</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto objetiva oferecer apoio psicológico a migrantes, refugiados e indocumentados. Os interessados devem fazer o cadastro no site ou entrar em contato via endereço eletrônico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://sedes.org.br/site/clinica-psicologica/projetos-da-e-na-clinica/projeto-ponte-atendimento-psicanalitico-para-imigrantes-e-migrantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://sedes.org.br/site/clinica-psicologica/projetos-da-e-na-clinica/projeto-ponte-atendimento-psicanalitico-para-imigrantes-e-migrantes/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acolhimento Psicossocial Intercultural – UNIFESP</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Voltado para e/i-migrantes, refugiados, retornados e indígenas, o projeto da UNIFESP possibilita atendimentos individuais ou em grupos.</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://sp.unifesp.br/epm/informes/acolhimento-psicossocial-intercultural
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atendimento psicológico e serviços direcionados a pessoas em luto</strong></h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Programa de Acolhimento ao Luto do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Proalu reúne voluntários com formação em luto e residentes treinados para oferecer atendimento especializado a interessados.</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.instagram.com/proalu.unifesp/
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Casa Frida</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Formada por um grupo de psicanalistas que busca articular Luto, Arte e Psicanálise, a Casa Frida, além de rodas de conversa sobre cinema e assuntos afins, oferece acolhimento gratuito a partir da escuta voluntária.</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.acasafrida.com.br/conhecer-grupos
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cuidado ao Luto</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelo Instituto Entrelaços em parceria com a ONG Beaba, o portal reúne orientações e atendimento voluntário oferecendo cuidado para pessoas que perderam amigos e familiares pela covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.cuidadoaoluto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.cuidadoaoluto.com.br/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Apoio a Perdas Irreparáveis – API</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O instituto realiza reuniões online, com mediadores experientes no manejo do luto. Informações sobre datas de reuniões e inscrições são obtidas pelo site.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://redeapi.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://redeapi.org.br/</a></p>
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		<title>População Trans e saúde mental</title>
		<link>https://cdd.puntocomm.com.br/noticias/populacao-trans-e-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Punto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 16:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cdd.puntocomm.com.br/?p=1415</guid>

					<description><![CDATA[No dia em que comemoramos o Dia Nacional da Visibilidade Trans, contra a transfobia no país, trazemos um trecho do Dossiê A geografia dos Corpos das Pessoas Trans, publicado em 2017 e que já trazia números alarmantes sobre a saúde mental e emocional da nossa população]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading"><strong>A incidência do suicídio na população trans&nbsp;</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil suicídios foram registrados em 2015 em todo o mundo, dos quais 75% em países de média e baixa renda. O Brasil ocupa a 8ª posição no ranking de países com maior incidência de suicídios, superando o número de 12 mil casos por ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suicídio é uma das causas mais recorrentes das mortes de travestis, mulheres transexuais e homens trans do Brasil nos últimos tempos. A maioria dos casos ocorre entre jovens de 15 a 29 anos, sobretudo entre pessoas do gênero feminino. É apontado como um grave problema de saúde pública. Todavia, entre a população trans ainda faltam dados, debates e pesquisas. De modo recente, um relatório chamado “Transexualidades e Saúde Pública no Brasil”, do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT e do Departamento de Antropologia e Arqueologia, revelou que 85,7% dos homens trans já pensaram em suicídio ou tentaram cometer o ato (LUCON, 2016).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG estadunidense National Gay and Lesbian Task Force assinala que 41% das pessoas trans já tentaram suicídio nos EUA em algum momento, contra 1,2% da população cisgênerx (aquela que não é trans). Uma pesquisa do Instituto Williams de Los Angeles publicada em 2014 estimou que 41% das pessoas trans já tentou cometer suicídio, enquanto a porcentagem entre a população geral é de 4,6%. Já uma pesquisa da Universidade de Columbia nos Estados informa que o índice de suicídio é 5 vezes mais frequente entre LGBT (LUCON, 2016).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números do Instituto Williams (UCLA) mostram-se ainda mais alarmantes quando alguns fatores demográficos são levados em conta: 45% das tentativas de suicídio acontecem entre jovens de 18 a 24 anos; 54%, entre pessoas que se declaram multirraciais. Ainda de acordo com o estudo, entre as principais motivações para tentativa de suicídio, além da condição mental, estão as experiências de perseguição, assédio, violência, discriminação e rejeição, fatores que, juntos, levam o indivíduo a um estado de maior vulnerabilidade (OLIVEIRA, 2016).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala em saúde da comunidade trans e travesti, é comum pensar em doenças sexualmente transmissíveis, como se toda saúde dessa população se resumisse a isso. A Portaria nº 2.836, de 1º de Dezembro de 2011, do Ministério da Saúde, cria a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, e estabelece em seu art. 2º, entre outros, o seguinte objetivo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">XX – reduzir os problemas relacionados à saúde mental, drogadição, alcoolismo, depressão e suicídio entre lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, atuando na prevenção, promoção e recuperação da saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de 2016, reportamos 12 casos de suicídio relatados por meio das redes sociais e meios de comunicação. Sabe-se que esse número é ínfimo, perto da realidade do nosso país, uma vez que, segundo Andrade (2013), essa população não existe, e torna-se invisível para o governo, sociedade e movimentos sociais, salvaguardando raras e modestas iniciativas. A prevenção ao suicídio é uma emergência, uma vez que já faz parte dos objetivos da política nacional de saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suicídio é cada vez mais um fenômeno social de importância em todas as sociedades pelo mundo a fora. Cada vez mais pessoas enveredam pelo caminho da morte voluntária, e nem sempre se consegue compreender por quê. Esse número vai aumentando sobretudo entre os jovens, o que resulta em um problema social referente não só aos que se suicidam, mas também aos seus familiares.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="http://redetransbrasil.org.br/wp-content/uploads/2019/01/A-Geografia-dos-Corpos-Trans.pdf">Rede TransBrasil</a></p>
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